terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Fado Roubado

Recebi neste Natal, prenda do meu André.

Paula Oliveira & Bernardo Moreira, Fado Roubado.

Já o andava a namorar há algum tempo (o CD.. e o André... mas estamos a falar do CD). Tem versões muito bem conseguidas de algumas músicas que eu adoro. Esta, por exemplo, poesia de Carlos Ary dos Santos, cantada por Fernando Tordo e mais tarde por Carlos do Carmo. Estrela da Tarde... para a minha estrela de todas as horas do dia.

"Era a tarde mais longa de todas as tardes
Que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas
Tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca,
Tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste
Na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhamos tardamos no beijo
Que a boca pedia
E na tarde ficamos unidos ardendo na luz
Que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto
Tardaste o sol amanhecia
Era tarde demais para haver outra noite,
Para haver outro dia.

(Refrão)
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza.

Foi a noite mais bela de todas as noites
Que me aconteceram
Dos noturnos silêncios que à noite
De aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois
Corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.

Foram noites e noites que numa só noite
Nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites
Que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles
Que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto
Se amarem, vivendo morreram.

(Refrão)

Eu não sei, meu amor, se o que digo
É ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo
E acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste
Dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida
De mágoa e de espanto.
Meu amor, nunca é tarde nem cedo
Para quem se quer tanto! "

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Feliz Natal

Que este Natal seja iluminado por muito amor, muitas prendas, pela companhia única de quem mais gostamos. Que o longe seja perto, que as brigas deixem de ter sentido, que os laços se fortaleçam. Que amemos em grande. Porque o Natal é só uma vez por ano no calendário, mas pode ser todos os dias em nós.
Feliz Natal.

Só para dizer que eu também fiz 21 anos.

Olá amiguinhos, eu sei que sou uma desgraçada que não dá sinal de vida mas tenho andado muito ocupada com a faculdade e restantes afazeres e como a Isabel mantém o blog a funcionar por ter muito mais paciência que eu para escrever, não me tenho preocupado muito em vir aqui dar o ar de minha graça. Contudo, nesta quadra justifica-se nem que seja para desejar um Feliz Natal aos caros leitores, que tão assiduamente seguem a vida da minha irmã e reflexamente se perguntam: O que é feito da irmã dela?!

Ora pois que me encontro bem de saúde, tirando alguns espirros tão caracteristicos nestas datas, de pessoas feitas para morar nos trópicos como eu própria. A faculdade vai andando porreirinha, algumas noticias boas, boas expectativas para os exames, mas também muito trabalho à vista. A famelga ta fina, o Rui ta óptimo e o cão ladra o que é sempre bom sinal. Feitas as contas anda tudo a funcionar.

Neste fim de semana fiz 21 anos, data muy importante, fiz uma festa pequenina porque a vida não está para excessos e porque o timming das festas é sempre mau por causa do Natal.

Pela primeira vez desde que a minha mãe deixou de organizar as minhas festas de anos, juntei os amigos com a estimada mana e até resultou bem. Dos pontos altos da noite destaco no caminho, as duas horas e meia em que andei às voltas pelo Bairro Alto para tentar arranjar um lugar para estacionar a viatura (leia-se que era uma sexta feira à noite e que marquei jantar no Chinês dos armazéns do Chiado por ter levado negas de quase 15 restaurantes por já estarem a abarrotar com jantares de Natal. Que estranho o Bairro estar a abarrotar pelas costuras!) que incluiu despique de buzinadelas com outro condutor que animadamente me ia respondendo aos oink oink que eu ia lançando por não ter nada que fazer, a expulsão da minha irmã do carro para ela ir acalmar a chinesa não fossemos nós ficar sem arroz chau chau por estarmos 2 horas atrasadas, o pilar de estacionamento arrancado do chão pela Vanessa, qual Hércules desesperado, para estacionarmos o carro entre outro carro e uma garagem que-ficava-tão-pertinho-do-Chiado-meu-deus-que-tem-de-ser-mesmo-aqui.

O jantar foi animado com a música que o meu rico cunhado levou de surpresa à minha irmã com o GSFMH, cujas serenatas ainda se estenderam a mim por via do meu maravilhoso Rui e da sua capa, já tão familiar. Há videos.

A saída (agora já só com os meus amores de sempre, o meu homem e mais tarde a minha Filipa e a minha Vanessa) que inicialmente se esperava ser no Lux foi alterada para Santos em virtude das horas tardias que já eram e da fila que se antecipava à porta do Lux. Como Santos será sempre Santos para nós (leia-se para mim e para os meus amores de sempre) lá se fizeram os brindes, tiraram-se as fotos da praxe e passaram-se a madrugada.

No sábado, dia em que era efectivamente pequenina, os pais e avós fizeram grande almoço, as pessoas mais importantes estiveram presentes (só faltou a minha Go linda que já estava a caminho do nosso Alentejo), cantou-se os parabéns, houve troca de prendas de natal, fotos, café do bom, bolo, e visualização do video feito pelo fantástico pai da Filipa (até fiquei de lágrima ao canto do olho) com momentos embaraçosos meus a cantar no karaoke captados por ele e pela Filipa (alguém tem de arranjar mais hobbies =P). De ressalvar que a minha avó num momento mais maternal disse que eu parecia a Anabela a cantar. Obrigada Vóvó por durante aquele momento estares distraida :D

Agradecimentos aos meus amigos, aqueles que realmente interessam, por existirem, à minha familia por me aturar e em especial à minha mamã por ser tão fofinha. Ao meu Rui por ser quem é, perfeito sem o saber, por tudo o que faz e diz, por tudo o que me faz sentir e por querer continuar dia após dia a viver ao meu lado. A todas estas pessoas: Adoro-vos de coração. MUF para a minha maninha ponei também.







domingo, 23 de dezembro de 2007

21 anos

Muito trânsito na baixa Lisboeta no dia 21.
Mesa para 20 pessoas no chinês dos armazéns do Chiado.
Desgraçadamente bem vestida.
Crepes chineses.
Uma serenata surpresa com o amor da minha vida ao violino. Uma cara de choque e de quase choro. O saber que se foi enganada e que toda a gente sabia. O teu sorriso. Noites de Ronda.
Jantar com quem mais importa. E contigo.
Passear pelo Bairro Alto com os amigos, à procura de um lugar quente. Gente estranha no karaoke.
Chegada a casa às 6h da manhã, e conversa até ser dia.
Almoço em casa no dia de anos com os amigos, o amor, a família e o cão. Até anoitecer. Hora e meia de animada conversa com mães.
Jantar num sitio fabuloso, com vista para a Assembleia da República e 20 minutos a procurar lugar para estacionar.
Um fantástico bife com batatinhas fritas. E pão quentinho. O teu olhar a acompanhar o café.
10 minutos ansiosamente à espera, de porta fechada e alguns barulhos estranhos do lado de fora.
Um quarto quente, um caminho iluminado a verde, prendas envoltas por um mar cor de rosa. Um ursinho chamado André. Uma lanterna para iluminar os próximos 365 dias. A Jane Austen, que decidiu vir dizer olá, entre outros. O som da tua viola. A tua voz a tremer de ansiedade. Por não saberes se ia gostar. Por temeres que me afogasse com tanta lágrima. Pijamas com o Aladino no tapete. Noites de Ronda. E eu a chorar mais. O querer dormir e ficar acordada. O teu abraço. O saber que se quer e que se tem, o querer mais por mais tempo. As palavras que não saiam. Ou saiam demais. Os olhares que se completam. Que me completas.
O acordar, o beijo ensonado, o querer ficar ali.
Espuma e mais espuma. E uma vela com cheiro a canela.
Suminho de laranja e uma camioneta para apanhar para casa.

Fiz 21 anos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Desespero

Estão avisados.

Para ti*

What if I told you it was all meant to be?
Would you believe me, would you agree?
Its almost that feeling that we've met before so tell me that you dont think Im crazy when I tell your love is here and now.

A Moment like this.
Some people wait a lifetime for a moment like this.
Some people search forever for that one special kiss.
I cant believe its happening to me.
Some people wait a lifetime for a moment like this.

Everything changes, but beauty remains.
Something so tender I cant explain.
Well I may be dreaming but til I awake..Can we make the dream last forever?
And I'll cherish all the love we share for a moment like this.

Some people wait a lifetime for a moment like this.
Some people search forever for that one special kiss.
I cant believe its happening to me.
Some people wait a lifetime for a moment like this.

The speed of waiting love of all.
I wanna know that you will catch me when I fall.
So let me tell you this.
Some people wait a lifetime for a moment like this...

Some people search a lifetime for a moment like this.
Some people search forever for that one special kiss.
I cant believe its happening to me.
Some people wait a lifetime for a moment like this...

Kelly Clarkson - A moment like this.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Gosto

de café.

Balanço

A Expedição lá passou, deixando um rasto de destruição, nos pés, nas horas de sono, no estudo para os últimos testes, na desarrumação da sala da tuna, na paciência de toda a gente.
Muito cansaço, olheiras marcadas, trajes sujos, capas imundas, vozes roucas, narizes a pingar, temperaturas a subir, pelas piores razões. Mais há mais.
O dever cumprido. A alegria de ter realizado um bom espectáculo. A cara dos que mais amamos a aplaudir, ou sentados na primeira fila para o grande plano fotográfico. A cara de alegria das cavaquinhistas. O sorriso dos ensaiadores.
Dois pequenos pins com enorme significado, ternamente colocados na lapela, um rasgão enorme na minha capa, e a presença do meu pai, marcam aquele que foi o festival que me deu mais gozo.
As melhores tunas do país, uma rosa vermelha acompanhada por uma serenata, presente da TUIST.
Mais três meninas em palco connosco, pela primeira vez, esperamos que seja o início de muitas mais.
E uma tuna em palco plena de alegria, com o cansaço metido nos bolsos para ninguém ver, a gozar cada momento, cada nota, mesmo com cavaquinhos algo desafinados e um grande "prego" no início na Saudade.
Valeu a pena.
Obrigada a todos os que lá estiveram a ver.
Obrigada a todos os que me partilharam com este "dever" nestas semanas e de qualquer maneira saíram prejudicados.
Obrigada a todas as TFIST's que estiveram naquele palco comigo.
Muito obrigada.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Diz que é uma espécie de Expedição... e diz que é a oitava, até!

Organizada pela TFIST.
Verde. Gira. Com póneis e conffettis, e gajas nuas. Ou não. Mas lá gajas há! Aos molhos. De preto.
Consta que são do norte. Porto, Braga e Coimbra. Mulheres com sotaque. E nu.. err.. de traje.
E há comes e bebes e karaoke. Karaoke é muito bom, hein?
Por isso, o que é que fazem no sábado à noite? Vai um saltinho à Expedição?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Datas

Sem saber muito bem o que escrever, pois há coisas que só são bem ditas quando não se diz mesmo nada.

De qualquer das maneiras, e com dois dias de atraso, fica escrito, que foram

6 meses... desgraçadamente perfeitos...

A ti

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Para não desistir...

"...There's a light at each end of this tunnel
You shout 'cause you're just as far in as you'll ever be out
And these mistakes you've made, you'll just make them again
If you only try turning around.

2 AM and I'm still awake, writing a song
If I get it all down on paper, it's no longer inside of me,
Threatening the life it belongs to

And I feel like I'm naked in front of the crowd
Cause these words are my diary, screaming out loud
And I know that you'll use them, however you want to

But you can't jump the track, we're like cars on a cable,
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button now
Sing it if you understand.

and breathe, just breathe
woah breathe, just breathe..."

Anna Nalick - Breathe

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Quando

Quando há momentos em que apetece desistir.
Quando tudo o que já conseguimos parece pequeno. Insignificante.
Quando a nossa cabeça parece dizer STOP, já chega, não te canses mais. A sensação de fracasso, de nos sentirmos estúpidos. De desperdício de tantos anos com um sonho em mente. Quando concluímos que não passa de isso mesmo. Um sonho que, como todos os outros, ficam nesse mundo distante e inacessível, e nunca há-de passar para o papel. Para o real.
Quando as coisas correm pior, e os nossos mecanismos de defesa entram em acção. Quando as lágrimas se formam, e sentimos aquele aperto no peito, e todo o nosso ser parece suplicar por algo, que muitas vezes não sabemos bem o que é. O fim daquilo que dói. Quando queremos sentir de novo que mandamos em nós e não a mágoa, pedimos controlo... na maior parte das vezes apenas aparente, mas que nos parece ser a nossa maior arma.
Quando temos a sorte de não estar sozinhos, quando estes momentos atacam. Quando podermos sentir o apoio, o ombro e a confiança que não temos, à distância de um telefonema ou de um computador, um ombro virtual ou meramente sonoro mas que vale por tudo o que fisicamente existe. Quando nos pedem para não desistir, porque melhores dias virão, melhores resultados virão, e aí as lágrimas partilhadas em confidência serão apenas de alegria e não de derrota.

Quando queremos agradecer, escrevemos algo assim. Agradecer a quem nos deixa chorar. A quem, por meio de bonequinhos com festinhas na cabeça e miminhos, nos faz sorrir quando pela nossa cara corre o Nilo e o Amazonas.

E agradecer a ti meu amor, que me deixas sempre chorar, por mais insignificante que seja a razão, naquele teu abraço, encostada à tua segurança, à tua confiança, à tua experiência que é maior que eu, até que a minha alma esteja em paz de novo. Obrigada, a vocês.

"Quando já nada é intacto
Quando tudo na vida vem em pedaços
E por dentro, me rebenta um mar (...)
Quando de repente num segundo
Qualquer coisa me vira do avesso
E desfaz cada certeza do meu mundo
Quando o sopro de uma jura faz balançar os dias
Quando os sonhos contaminam os medos e os cansaços
Quando ainda me desarma a tua companhia e tudo o que a vida faz
Em mim..." Mafalda Veiga "Quando"

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Prendas

Começa a formar-se na nossa cabeça aquele encadear de ideias, por vezes angustiante, das prendas de Natal. O que comprar. Quanto gastar? Para quem comprar. Será que vai ser útil, será que vai gostar? Estarei eu a cometer o maior erro da minha vida, do tipo comprar o Código Civil anotado a um estudante de Veterinária?
E o pior ainda é onde comprar. Os maiores centros de consumo ficam assim à pinha nestas alturas do ano. FNAC's, Colombo, Vasco da Gama, as típicas lojas da baixa lisboeta, até o belo do Saldanha aqui ao pé do Técnico se torna minúsculo e abafado, tamanha é a massa de gente que acorre às compras.
Como é que se vê que o Natal está a chegar. Quando até à mesa do café a conversa passa inevitávelmente por "Preciso de ir ao centro X comprar a prenda Y para dar à Z! Já tá quase...".

Meus amigos, pois que vou fazer uma revelação. NÃO FAÇO IDEIA O QUE COMPRAR NESTE NATAL! Chocados? Eu sei eu sei, já devia ter pensado, mais importante, já devia ter POUPADO, porque afinal de contas só é Natal uma vez por ano e convém sempre dar qualquer coisinha engraçada para compensar as pessoas que te aturaram durante o ano inteiro, abençoadas!
A saber, há que comprar prendinhas para a mamã e o papá, para a mana, para as avós, para o namorado querido, para o cão, que também merece, meia dúzia de amigos que já é praxe oferecer qualquer coisa, mais uma ou duas tias e a madrinha, e chega!, que a mesada depois não estica tanto.

Ora, calculo que entre pantufas, CD's, livros, cachecóis, carteiras, perfumes e caixas de chocolates, acho que cubro nesta gente toda. E falta a grande prenda que o meu pai vai oferecer à minha mãe, mas essa não digo o que é. Lá para dia 26 eu revelo... Pista: Não vem com o George Clooney incluído... é pena, mas é assim.

Por aí, ideias para este Natal, já há?

Chegou o frio.

by: O meu desktop.

Mantas polares. Lareiras acesas. Um par de meias extra. Botas, de salto alto. Casacos compridos. Abraços quentes de alguém especial. Cachecóis, coloridos. Gorros. Luvas. Constipações. Lenços de papel e comprimidos para a tosse. Chávenas de chá a fumegar nas mãos frias, em sítios bonitos. Chapéus de chuva. O cheiro a terra molhada. Poças de água. Carros limpos pela chuva. Músicas de Natal. Ruas enfeitadas. Árvores de Natal em ponto grande. Prendas. Família. Sorrisos.

Chegou o Inverno.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Sem nada de melhor para fazer

Por me ter rido bastante com as respostas da minha amiga Maria (ver ao lado, O Blog da Maria), aqui fica...

1. Alguém que te fez rir ontem à noite? Tenho quem me faça riri todos os dias... basta olhar-me ao espelho. Sou extremamente engraçada. ...Ah... era pa dizer outra pessoa...?
2. O que estavas a fazer às 08 da manhã? A dormir, o que raio é que havia de estar a fazer??
3. O que estavas a fazer à 30 minutos atrás? A mandar e-mails urgentes.
4. O que te aconteceu em 2006? Em que dia?
5. O que foi a última coisa que disseste? Beijinhos
6. Quantas bebidas bebeste hoje? Sumo ao almoço e chá ao lanche... tinha frio, ok?
7. Qual é a cor do teu pente? Uso uma escova que é azul.
8. Qual foi a última coisa que pagaste? Hum, um bilhete de metro ontem. Sou muito poupadinha.
9. Onde estavas ontem à noite? Em casa... porquê, viste-me?
10. Qual é a cor da porta de entrada da tua casa? Depende da porta. A da entrada é castanha, a da garagem é verde.
11. Onde guardas os teus trocos? A "miséria", como eu lhe chamo, guardo-a num sitio extremamente improvável e completamente à prova de ladrões. Ou seja, a minha carteira.
12. Como está o tempo hoje? Epá, está frio por aqui...
13. Melhor sabor de gelado? " palavras. CA-FÉ.
14. O que te anima na vida? Sorrisos.
15. Queres cortar o teu cabelo? Por acaso, agora que penso nisso...
16. Tens mais de 25 anos? Não??!!??!!
17. Falas muito? Achas mesmo?!!??!!
18. Vês o O.C.? Não... as minhas preferências prendem-se por outro tipo de séries.
19. Conheces alguém chamado Steven? A minha bisavó era Basalisa. Ganhei.
20. Inventas as tuas próprias palavras? Muf muf.
21. És uma pessoa invejosa? Só do dinheiro, da rica vida, do descanso, dos carros bons, das grandes casas, das boas roupas e dos enormes ordenados das pessoas. Fora isso, claro que não... É feio...
22. Diz o nome de um(a) amigo/a cujo nome comece por 'A' - O meu André =)
23. Diz o nome de um(a) amigo/a cujo nome comece por 'K' - Não tenho amigos desses... sou boa pessoa.
24. A primeira pessoa que está na tua lista de chamadas recebidas de hoje? A mãe.
25. O que é que o teu último sms diz? "Quero tanto...." O quê, não têm nada a ver com isso.
26. Mastigas a palhinha das bebidas? Não.
27. Tens cabelo encaracolado? Não.
28. Para onde vais a seguir? Para a cama... porquê, tens planos?
30. O que foi a última coisa que comeste? Pão.
31. Vais-te casar no futuro? Eu gostava.... mas não sei.
32. Qual foi o melhor filme que viste nestas últimas duas semanas? Elizabeth.
33. Existe alguém de quem gostes neste momento? Existe muita gente de quem eu gosto. Existe alguém que eu adoro.
34. Quando é que foi a última vez que lavaste a loiça? A máquina lava, a manicure custa a fazer.
35. Estás deprimido neste momento? Doente e feliz. Deprimida não.
36. Choraste hoje? Eu choro por tudo e por nada.
37. Porque respondeste a este questionário? Porque achei piada, e porque não mesmo mais nada que fazer.
38. Etiqueta 5 pessoas para responder a este questionário. Quem quiser.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Andanças II

Ando a ouvir: Radiohead, nestas semanas de estudo intensivo. Velhinho velhinho...

Ando a cantarolar: A nova música dos Nickelback. Já é a segunda vez que a oiço no carro, naqueles momentos de prazer (ou não...) paradinha na Calçada de Carriche.

Ando a ler: Ora... Processos de Engenharia Química e Biológica a semana passada... Química Orgânica até ontem... Hoje Engenharia Genética... e na cabeceira da cama está, pela segunda vez, o Anjos e Demónios. Há que descontrair, e vale tudo menos o livro de Análise Matemática, caramba!

Ando a ver: A Anatomia de Grey. Tomei-lhe o gosto.

Ando a pensar: Nas prioridades da vida... ou a falta delas.

Ando a sentir: Alguma ansiedade. A necessidade de ir para longe um fim de semana.

Ando a sentir-me: Muito, muito, muito, muito (já disse muito?) apaixonada.

Ando à procura:
De uns sapatos novos.

Ando à espera: Daquele fim de semana...


Ando a perceber:
que efectivamente estudar rende.

Ando a lembrar-me: Das pessoas.

Ando a esquecer-me: Do que é ir sair pó Bairro! E isso não pode ser! Ai as saudades...

Ando a adiar: As compras de alguns livros e algumas prendas importantes, para o fim do mês.

Ando a antecipar: Bons resultados.

Ando a evitar: Gastar muito dinheiro.

Ando a reparar: Que preciso de dar um jeito ao cabelo.

Ando a estranhar: A vontade de estudar.

Ando a sonhar: Contigo, todos os dias.

Ando a fugir: Da Tuna, não tenho tido tempo =(

Ando atrás: Eu ando sempre à frente de tudo!

Ando a correr: E o tempo corre ainda mais.

FEEL FREE TO TRANSFORM THIS INTO A CHAIN POST ;)

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Hoje é dia de anos.


A minha melhor amiga faz anos hoje. É tão croma que decidiu só festejar daqui a 15 dias, quando estiver melhor de testes e trabalhos e estudo e essas coisas.
Por isso daqui a 15 dias, vamos ter bolo e álcool, risos e cenas idiotas, karaoke e música... e se calhar uma prenda especial... aqui da je, claro.

Parabéns Isabelinha da minha alma. 21 anos. Sempre.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Para esclarecer

Já me perguntaram se eu estava triste, o que é que me aconteceu... Meus amigos, obrigada, mas eu estou óptima. Foi apenas uns miminhos por palavras, que decidi escrever, para alguém próximo de mim, de quem eu gosto muito, que está a passar por uma fase mais chata.

Comigo está tudo bem, académica e pessoalmente... há uma luz diferente, a vida parece ser simples, o futuro simplesmente perfeito. Em (quase) 21 anos nunca me senti tão feliz, tão desejada, tão estável, tão motivada. As coisas parecem ter um rumo, um objectivo. É tudo perfeito.

Por isso obrigada, estejam descansados, eu não podia estar melhor =) E obrigada a ti, por existires. E por existires comigo.

Para quem precisar de ler...

Todos nós temos fases más na vida.
Faz parte. É um processo de aprendizagem pelo qual temos obrigatoriamente que passar. Todos nós sentimos o mesmo. A sensação de que o mundo, como o conhecemos, ou como o queríamos conceber daqui para a frente já não existe, não faz sentido. Que o despertar é mais triste do que era no dia anterior. Porque passou mais um dia.
Todos temos pessoas que saem da nossa vida sem nós querermos. Umas por vontade própria, outras por consequências da vida. E dói sempre, muito. Especialmente quando ocupam aquele lugarzinho no peito. Eu entendo, e simpatizo. E sei que ninguém pode sentir esse aperto, essa saudade, a não ser o próprio. E esse, levanta-se todos os dias da cama com aquela sensação amarga de vazio, de que lhe falta qualquer coisa, de que mais vale continuar a dormir, pois no mundo dos sonhos mandamos nós, e tudo corre ao compasso do nosso querer.

No entanto, é nossa obrigação, de nós para connosco (e até para com quem partiu), levar a vida (que nos resta) com o máximo de proveito. Encarar que as coisas são como são. Porque não interessa viver de outra maneira. Não estamos a ser honestos, nem connosco, nem com ninguém. Por muito que não faça sentido.
Mesmo quando parte de nós foi para longe, temos que saber aceitar a distância, a possibilidade de ser demasiado longa para ser superada, e acreditar que vale a pena estar aberto ao mundo à nossa volta, concentrarmo-nos noutro objectivo, seja pessoal ou académico. Porque a mente tem muitas manhas, e consegue por vezes distrair o coração da dor que sente quando aplica muita energia noutra coisa. A dor torna-se apenas sensação, memória aceite e integrada, e os dias tornam-se mais suportáveis.

Não vale a pena a compaixão, os abraços idiotas, a tanga do "Vais ver que vai correr tudo bem". Não vale a pena o post estúpido e desnecessário num blog com nome doce. É um processo interno, um analgésico auto-admnistrado, tirado de um qualquer canto do nosso ser, que no momento certo há-de ser usado. Quando acharmos que estamos prontos para. Até lá, deixai-nos estar sossegados.

Mas fica, mesmo que desnecessariamente, o post. Porque temos que acreditar que atrás desse nevoeiro que se prevê sem fim, existe um sol fantástico, com tudo aquilo a que temos direito. O que quer que isso seja. Palavra de chocolate.


terça-feira, 23 de outubro de 2007

Venha o próximo!

A CONCURSO:
Tuna Feminina do Orfeão Universitário do Porto
Tuna D´Elas - Tuna Feminina da Universidade da Madeira
Tuna Feminina da Universidade Católica do Porto
TFIST - Tuna Feminina do IST - Lisboa
TUNAFE - Tuna Feminina da Fac. de Engenharia da Universidade do Porto

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Tuna Universitária do Minho


Vamos pó Trovas, Vamos pó Trovas, Vamos pó Trovas...

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Traje, check. Cavaquinho, check.

A Tuna Feminina da Universidade Fernando Pessoa (TFUFP) vai realizar no dia 20 de Outubro de 2007, no Teatro Sá da Bandeira o “MOCHOS 2007” – Festival de Tunas Femininas da Universidade Fernando Pessoa.

Tunas a Concurso:
- Fans - Tuna Feminina da Universidade de Coimbra
- Tuna Femenina del Distrito de la Universidad de La Laguna
- Tuna Feminina da Universidade Católica Portuguesa - Porto
- Tuna Feminina do Instituto Superior de Engenharia do Porto
- Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico de Lisboa

Tunas Extra - Concurso:
- Tuna Académica do Instituto Superior de
Engenharia do Porto
- Tuna Académica da Universidade Fernando Pessoa
- Tuna Feminina da Universidade Fernando Pessoa

Grupo Convidado:
- Amigos da TFUFP


Já perceberam onde vou estar este fim de semana?

sábado, 13 de outubro de 2007

As autoras deste blog são:

Your Birthdate: December 22

You tend to be understated and under appreciated.
You have a hidden force to do amazing things, doing them your own way.
People may see you as strange and shy, but they know little.
Your unconventional ways have more power than they (and even you) know.

Your strength: Standing up for what you know is true

Your weakness: You tend to be picky and rigid

Your power color: Silver

Your power symbol: Square

Your power month: April

Pela teoria matemática dos conjuntos, tá provado que...


Amo-te

Estou a ficar picada...

Obrigadinha Professor, eu que contava apenas PASSAR, agora sinto-me mal se tiver apenas o 9.5... Bah, você só me dá trabalho!!!!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Problemas

O meu msn tá com problemas... o PC diz que é qualquer coisa a ver com a firewall... key ports.. uma porra!

Quero ver os mails e não consigo, quero falar com o meu menino e não consigo... Need help!! Algum engenheiro informático in the zone???

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Para responder ao desafio (assim meio atrasado)

da Joaninha que me pediu para escrever quais as 6 músicas que mais me marcaram na vida. Mas eu sou uma indecisa por natureza e a minha vida dava sem dúvida uma banda sonora, por isso não consegui eleger um top 6. Escrevo aqui as que me trazem verdadeiras recordações da infância ou porque me tocaram em alguma fase da vida.

Alanis Morissette - You Learn (lembro-me perfeitamente que a irmã da minha amiga Cláudia me gravou uma cassete com algumas músicas dela e de ouvir esta no meu Walkman vezes e vezes sem conta)

Ace Of Base - All That She Wants (das primeiras músicas fase pós Onda Choc que ouvi em toda a vida, tocava sempre na festa de anos da minha amiga Liliana, o que eu dançava isto)

Red Hot Chili Peppers - Under The Bridge (os áureos tempos de rádio na escola básica com a Valéria, a kanoxa e a minha irmã, nos quais ganhei a alcunha adorável de pitosga)

Backstreet Boys - All I Have to Give (confesso, é o meu guilty pleasure, mas eu tinha 13 anos e um amor não correspondido. Tive negativa a Educação Visual, a primeira de sempre, por passar as manhãs a ouvir os cd's inteiros no Discman (fiel companheiro até hoje) e a olhar lá para fora. Esta música é das minhas preferidas mas podia ser outra qualquer porque tenho os cd's todos, o ensino básico foi longo e a paixão também. Hoje curei-me e somos melhores amigos, não se preocupem.)

The Corrs - Only When I Sleep (outro grande guilty pleasure, o primeiro cd que comprei, no dia dos meus 11 anos. Em 2004 tive oportunidade de gastar para cima de um dinheirão para os ir ver ao Pavilhão Atlântico com a mana e valeu tanto a pena...)

Puddle Of Mudd - Blurry (os 15 anos, o conhecer alguem, a adolescência, A minha irmã ofereceu-me o cd aos 16)

Incubus - I miss You (apaixonei-me por Incubus e nunca mais me curei. Possivelmente a mais marcante, o melhor album de sempre. Verão de 2002, início de namoro, a descoberta de tudo. A melhor declaração de amor de sempre)

Anouk - Sacrifice (levei-a além fronteiras até à Alemanha para não me sentir tão sozinha mas não resultou. Quando o coração aperta. A juntar Kid Rock - Only God Knows Why)

D'Note - Shed My Skin (o secundário, as saídas e as bebedeiras com os amigos que ficaram para sempre. As noitadas miticas, o alienar como só nós sabemos ao som da música que ainda hoje é um marco da história)

Sugababes - Switch (não gozem porque é um grande som, fartei-me de ouvir quando mudei de casa, bem alto no computador. Faz lembrar caixas e caixotes onde meti 11 anos da minha vida e rumei a Mafra)

Pearl Jam - Black (outra grande paixão, reencontrei-me com os acústicos já esquecidos no inicio deste ano, acompanhou a separação. Muitas viagens de carro em meditação a ouvir também Yellow Ledbetter e Betterman)

Caetano Veloso - Sozinho (desde os tempos de colónia de férias na Jovens Seguros. Reentra na minha vida com vista para o Douro e com sabor a francesinha)

Luis Represas - Zorro (uma música antiga, um clássico da Luz e Tuna. Numa noite de Maio recente foi tocada por um menino de desporto e até hoje faz-me sorrir)

Rui Veloso - Cavaleiro Andante (outra grande paixão. Porque existem cavaleiros andantes, que em vez de cavalo andam de viola)

Mafalda Veiga - Cúmplices (tocada ao vivo e cantada ao ouvido por alguem especial) e Jorge Palma - Encosta-te a mim (que é simplesmente perfeita) reflectem a minha vida agora. E é muito boa assim.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

In case you are wondering...

Como calculo que andem todos depridimissimos por eu não andar a escrever nada neste "muy nobre" espaço (eu que escrevo tanto que até se pergunta como é que tenho tempo para o resto), venho informar que ando a marrar desalmadamente (desta vez sem sombra de alma mesmo; durante o ano ainda havia assim vislumbres, agora nem isso, puff!) para os últimos e derradeiros exames e orais (porque sem orais não tem piada absolutamente nenhuma, ora pois claro!) de passagem para o paraíso almejado que é o 4ºano jurídico-político (ah pois é bébé, já escolhi menção e tudo, tão alta anda a minha moral!). De momento já fui com os porcos a Obrigações (preferia te-la mandado com os porcos, mas life is unfair...) mas como até ao lavar dos cestos é vindima (tão rural que esta me saiu...) ainda há 3 cadeirinhas (o eufemismo prepositado para ânimo pessoal) para despachar com a maior das facilidades (novamente tentativa de ânimo, isto nos tempos que correm vale tudo!). Por isso meus caros leitores e amigos do coração, não chorem que eu também não, voltarei e se Deus quiser (dá lá uma maozinha pá, por favor!) quartanista de gema. Por agora, vou voltar ali para a minha mesinha que o livro de Comunitário está à minha espera porque o exame é já segunda.
Se puderem, sábado compareçam na Noite de Tunas de Oeiras, consta que eu vou lá estar (depois de exame quinta, oral terça, exame quinta e nem sequer ter posto os penantes da Mega festa da caloirada, acho que mereço uma pausa!), o que, além das Tunas, é sempre uma boa razão para se sair de casa (estás orgulhoso pela publicidade não estás Rui? =P)
Cumprimentos "cromos"

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Mestrado...














no departamento de Engenharia Química e Biológica do Instituto Superior Técnico....

Ou na Graduate School of Life Sciences and Medicine do Imperial College of London, que por acaso não é esta entrada mas eu acho o departamento de Minas e Engenharia (na foto) bem mais bonito que a entrada da GSLSM... Gostos.


Ai indecisão indesão...

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

No dia 29...

Organizado pelo Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana.

Um cartaz cheio. Boa música.

E alguém em cima do palco a tocar violino como nunca tocou antes, que irá emprestar gentilmente a capa para eu não ter frio. Dizem por aí que vou de vestido preto... só pa avisar...

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Rescaldo da Época especial

Passei a um.
Chumbei a outro.

Meaning, 7 cadeiras, repetir Bioquímica...
Álgebrazinha, temos pena, mas vais transitar pó próximo semestre que é uma beleza! É que se tiver que escolher entre ti e a estúpida da Bioquímica... bem... é estúpida mas ainda se come.. tu és intragável!

Bem vindos a mais um semestre. Que bom é ser aluna do Superior...

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Escreve...

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Alexandre O'Neill

A ti

sábado, 15 de setembro de 2007

As boas coisas repetem-se




Dia 4 de Outubro. Coliseu dos Recreios. E eu vou lá estar. Mas antes, para acalmar a saudade, no Casino Estoril, no dia 20. Queres ser meu Cúmplice neste concerto...?
Hoje é o dia de todos os dias
Hoje é o dia mais longo das nossas vidas
Põe o teu corpo, bem junto do meu
Uma voz escondida disse eu, sou eu!

Cuida de mim, traz-me aconchego, tenho frio
Quero sair, leva-me p´ra um lugar, que nunca ninguém viu

Depois será tarde, p´ra sempre mais tarde
Ontem já não conta, já não está esquecido
Pedes-me o céu, respiro o teu ar
Desejas meu beijo, faz-me voar

Depois já cansados, parecemos ausentes
Dividimos sonhos, seremos diferentes
Na cidade fantasma libertamos correntes
Podemos morrer de pé e de frente..

Saudades de ouvir... na nanana, na nananana na, nanana nana...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Não consigo parar de ouvir...

...lembra-me de ti.

We got the afternoon

You got this room for two

One thing I've left to do
Discover me

Discovering you


One mile to every inch of

Your skin like porcelain

One pair of candy lips and

Your bubblegum tongue


And if you want love

We'll make it

Swim in a deep sea

Of blankets

Take all your big plans

And break 'em

This is bound to be awhile


Your body is a wonderland

Your body is a wonder (I'll use my hands)

Your body is a wonderland


Something 'bout the way the hair falls in your face

I love the shape you take when crawling towards the pillowcase

You tell me where to go and

Though I might leave to find it

I'll never let your head hit the bed

Without my hand behind it


You want love?
We'll make it

Swim in a deep sea

Of blankets

Take all your big plans

And break 'em

This is bound to be awhile


Your body is a wonderland

Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body is a wonderland


Damn baby
You frustrate me
I know you're mine all mine all mine

But you look so good it hurts sometimes

Your body is a wonderland

Your body is a wonder(I'll use my hands)

Your body is a wonderland

Your body is a wonderland


John Mayer - Your body is a wonderland

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Tenho...

...saudades tuas.

Untitled

I dreamed I was missing
You were so scared
But no one would listen
Cause no one else cared

After my dreaming
I woke with this fear
What am I leaving
When I'm done here

So if you're asking me
I want you to know

[Chorus]
When my time comes
Forget the wrong that I've done
Help me leave behind some
Reasons to be missed

And don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest
Leave out all the rest

Don't be afraid
I've taking my beating
I've shared what I made

I'm strong on the surface
Not all the way through
I've never been perfect
But neither have you

So if you're asking me
I want you to know

[Chorus]
When my time comes
Forget the wrong that I've done
Help me leave behind some
Reasons to be missed

Don't resent me
And when you're feeling empty
Keep me in your memory
Leave out all the rest
Leave out all the rest

Forgetting
All the hurt inside
You've learned to hide so well
PretendingSomeone else can come and save me from myself
I can't be who you are

[Chorus]

Linkin Park - Leave out all the rest

domingo, 2 de setembro de 2007

A tuna do sapato?



Não vou comentar... Se se sentem bem... Saudações Académicas, amigos da Cartola.

Desafio

Fui desafiada pelo meu amigo code.

1. Pegar no livro mais próximo.
2. Abri-lo na página 161.
3. Procurar a quinta frase completa.
4. Transcrever a referida frase no blog.
5. Não vale escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar obrigatoriamente o mais próximo).
6. Finalmente, passar o desafio a cinco pessoas.

Ora bem...

"Consequentemente, e para que a orbital s e as três orbitais p sejam "totalmente" utilizadas na formação ds orbitais híbridas sp3, as duas orbitais correspondentes aos pares não partilhados terão um carácter p menos do que 75%."

in Romão Dias, A; Ligação Química, capitulo II Ligação Química em Moléculas, IST 2003

Coisa mai linda!

Passo o desafio a:

Alô alô voltei

Ora boa noite meninos e meninas, podem largar os lenços de papel e desligar o telefone em linha com o 112 porque aqui estou eu a dar sinal de vida.

Estou em casa, os pais começavam a duvidar que tinham outra filha, o estudo tem de recomeçar, pois os exames estão à porta.

Não estou com grande inspiração para grandes escritas mas deixo-vos algumas fotos que ilustram alguns bons momentos deste ultimo mês: o abraço à monitora Sofia na chegada à Lisboa depois de 15 dias de colónia de férias em Proença-a-Nova, uma noite mágica e inesquecível (foram tantas...) no Porto na melhor companhia e um jantar de sushi em Albufeira De referir que Albufeira não era o plano original, que teve de ser adiado porque torci um pé. No fim Albufeira acabou por ter direito a uma viciada no jogo, camiões TIR na praia (ou a ausência deles) e a muletas na areia.

Enjoy que eu estou de saída para Avis, my wonderland =)






quinta-feira, 30 de agosto de 2007

O âmago das coisas

Acordo. E tento focar o mundo. Ainda meia baralhada, começo a analisar o que me aconteceu. Foi só um pesadelo, penso. E tento voltar a adormecer.

Mais tarde relembro o que me fez acordar tão bruscamente e não pregar olho o resto da noite. Que tudo tinha acabado. Que a vida tinha mudado. Voltas de 180º, num plano que desconheço. Alturas da vida misturadas, tempos que não faziam sentido, pessoas em locais que não lhes pertencem. Era ele, ali, mas não podia ser porque ele nunca lá foi nem eu o conhecia na altura. Era eu, a conversar sobre este assunto, mas também não podia ser porque quando eu lá estava esse assunto não se punha. Era o outro, que não estava lá, o que ainda é mais estranho, visto que estava lá sempre, naquela altura, naquele lugar. Mas a conversa não existiu.

Foi estranho, confuso. Dizem que nos sonhos (ou pesadelos) o nosso sub-consciente vem ao de cima, ultrapassa as barreiras do Ego (ou será do Super-Ego? Nunca fui boa a Psicologia...) e aparece-nos assim, de modo estranho.
Freud interpretava os sonhos sempre (ou quase sempre) de uma prespectiva sexualista. Aposto que iria interpretar o meu sonho (ou pesadelo) da mesma maneira, iria arranjar uma justificação qualquer estranha e sem sentido e afirmar sem sombra de dúvida que eu queria matar a minha mãe e dormir com o meu pai. Freak.

No entanto, acho que os sonhos (ou pesadelos) são, sem dúvida, pedaços de consciência. Revivemos pontos que já passaram, desenhamos linhas de imaginação e no fim, como aqueles livros para crianças, unimos tudo e sai uma imagem. O tal sonho. Ou pesadelo.

No dia seguinte confessei esta angústia e logo tive resposta. Tipo psicoterapia de trazer por casa, mas a que eu começo a dar alguma razão. Tudo se resume a medo. Fenómenos de transferência psicológicos, onde eu era ele e ele era eu. A minha reacção era a dele, a dele era a minha. Ou um protótipo da minha, caso a situação se colocasse. Troquei de corpo, troquei de situação, de vida.
Tudo se resume a medo. Medo da mudança. Medo do desconhecido. O ser humano é inevitávelmente atraído para o que não conhece. No entanto há pessoas que reagem mal à mudança. E eu sou uma delas. Planear a longo prazo não é o meu forte, não gosto de pensar muito para a frente. Mas amedronta-me o que não conheço, o partir sem saber, o atirar-me de cabeça. Preciso de um plano, mas não gosto de o fazer.
"Cada dia é um dia.. e deve ser melhor que o anterior.. sem pensar em planear (...) surpreendendo-nos... fazendo-nos felizes!", disseste-me um dia. E eu guardo esta frase, agarro-me a ela, e ao tempo, esse malandro que vai passando, e que põe o futuro e o medo que temos dele, mais perto de nós.

Apetece-me pensar no âmago das coisas.

À minha amiga Maria Alexandra.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Post de Parabéns.


Parabéns Kikiko. Pó próximo aniversário ofereço-te uma bengala, que a idade já começa a pesar!

domingo, 19 de agosto de 2007

Época Especial

Ora, como o estaminé anda muito parado, e eu não quero que os nossos fiéis 3 leitores (ok mãe, 4 leitores...) sintam que o blog morreu, vou passar a explicar o que é que se faz nestas bandas.

Ora o que é que se faz aqui? Não, não é Licor Beirão. Nem mesmo cervejinha.
Passa-se que só entrei de férias há uma semana, estive a ressacar, e agora voltei ao estudo.

Estudo?????? Ó Belinha, como assim estudo? Mas é Agosto! Não estás meia baralhada???

Não. É que nesta altura existe uma coisa fantástica chamada Época Especial.
Que nos faz sorrir. E pensar Uffa, já posso dizer que passei a alguma coisa este semestre. Ou não.
Porque a parte má desta coisa é exactamente estudar em pleno AGOSTO. Não é tão bonitinho como se julga. Tá calor, a praia tá fresquinha, a piscina cá de casa também, os amigos querem ir passear, passar dias ao Algarve, os namorados também querem aproveitar as suas férias, e os estudantes que são picados por esta praga são obrigados a dizer Ohh, mas eu tenho que estudar...

E o que é que fazem? Metem-se no Técnico Sábados, Domingos e Feriados, de manhã à noite, a bater com os cornos nas lombadas dos livros. Giro.

E esta é a minha vidinha, pelo menos até Setembro.
Ah, mas ó Belinha, depois podes ir de férias, não podes?

Não, porque depois começam as aulas.

Resumindo e baralhando, o Técnico bem me podia arranjar uma caminha para aqueles lados, visto que eu passo mais tempo lá do que em casa, seja qual for a altura do ano.

Dass....

domingo, 12 de agosto de 2007

Jovens Seguros 2007

Eis alguns elementos da equipa da colónia de férias Jovens Seguros deste ano, em minha casa, na habitual jantarada (esta quinzena foi mais jantarada, dormida e so sair de lá às 16h do dia seguinte!). Alguns fizeram só a 1ªquinzena, outros só a 2ª, outros as duas.. e ainda houve quem fosse louco o suficiente para fazer as 3... ah, espera, isso fui só eu =p
Da esquerda para a direita, Eu, o Mário, o Diogo, a Inês, a outra Inês, a Maria João e o Pedro, que como é parvo vai para o Brasil estudar (cof cof cof) e não vai estar na janta da próxima quinzena. És ruim.. e.. quero umas havaianas ouviste??

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Músicas II

I hope you know, I hope you know
That this has nothing to with you
It's personal, Myself and I
We've got some straightenin' out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
Its time to be a big girl now
And big girls don't cry

Big girls don't cry - Fergie. Gosto. Porque me ficou no ouvido.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Resposta ao desafio

Adoro ser desafiada. Infelizmente o tempo para escrever é escasso, mas mesmo assim vou tentar lembrar-me de 6 músicas que me marcam. Ora aqui vai disto.

  • Never Had A Dream Come True, dos S Club 7 - Lembra-me uma pessoa muito querida e muito próxima. Lembra-me tempos que já não voltam. Coisas que ficaram para trás. Sentimentos fortes. O andar nas nuvens. O sorrir sem saber porquê. O primeiro grande amor.
  • Cúmplices, da Mafalda Veiga - Como não podia deixar de ser. A música da minha vida. Que me define. Que me encontra. Onde me escondo, onde me entrego. Sem dúvida a banda sonora da minha vida.
  • Anzol, dos Rádio Macau - Lembra-me os meus tempos de colónia de férias, passavamos as horas a cantar isto. Lembra-me a minha adolescência, a ingenuidade, e liberdade. E o Karaoke numa noite com a minha amiga Joana no Bairro Alto em que a consegui arrastar para fazermos umas lindas figuras de microfone na mão.
  • Força, da Nelly Furtado - Como adoro futebol, lembra-me o Euro, a alegria, as lágrimas, o stress, o morder o cachecol, o ir ver os jogos pó televisor gigante do centro comercial ao pé de casa com os amigos, os gritos... Foi um periodo emocionante para mim, e que guardo com muito carinho. Lembra-me o ano de 2004. Foi um ano de viragem, de descoberta. Maturidade, maioridade e prespectiva da vida, de experiências. Entrada na Faculdade. Um ano bom.
  • Qualquer uma do Rui Veloso, mas talvez mais em especial o Nunca Me Esqueci De Ti, pois leva-me à mudança de casa, de cidade. Deixar longe tudo e todos, principalmente as pessoas que na altura mais interessavam. Lembro-me que passava muito na rádio, e de estar a arrumar as coisas e a despedir-me de certas pessoas com esta música a tocar. Trás recordações.
  • Lisboa De Mil Amores, da Mafalda Veiga - Mais recentemente. A banda sonora de um novo capítulo da minha vida.

domingo, 29 de julho de 2007

What Playing Card Are You?

You Are the Ace of Hearts

Youthful and playful, you love life and the world.
You have a kind spirit, and you bring happiness to everyone you know.

Artistic and bold, you see the world in bright colors.
And you certainly aren't afraid to express everything you see and feel.

You are sentimental, and your emotions are very deep.
You are easily swept away and easily hurt.

A gamble you should take: Blackjack

Your friends would describe you as: Unique

Your enemies would describe you as: Weepy

If you lived in Vegas, you would be: An up and coming chef or fashion designer

Palheta

Estou em casa. Estão 30ºC. Dentro de água, 26ºC. Um sol do caraças. Sozinha com o meu livro. Ohhh que chatice, alguém me salva deste tédio? Think Not!!!

terça-feira, 24 de julho de 2007

Coisas para pensar

Há quem esteja de férias e há quem tenha amanhã oral de Processo Civil.

É assim a vida.


sexta-feira, 20 de julho de 2007

Nem mais!

Livre, pelo menos até começar a época especial.
Cálculo, Álgebrazinha, Programação, vão-se fo***.. see you in September, suckers!!!

Até lá, estou de

E vai mais uma semana de colónia, que o bronze tá bonito e a menina gosta!

É desta que o Lemos não tem o teste igual a mim!

You Should Be With a Water Sign!

Your best match is a Cancer, Scorpio, or Pisces

Why? You crave intimacy and connection in your relationship
And while most guys can't open up enough for you, a Water Sign can
Not that you're whole relationship will be soul gazing
A Water Sign matches your goofy sense of humor - and desire to help others.
What Sign Guy Should You Date?

Sou capricórnio. A minha melhor amiga é Escorpião. Devia andar com Escorpiões. Pronto, é desta que me declaro à Isabelinha... Acho que vou ali avisar o namorado e já venho... que por acaso é Capricórnio. Enfim ;)

segunda-feira, 16 de julho de 2007

De luto

Por um professor que inspirou milhares de alunos. Por um professor que quis que pensassemos por nós, por mais ninguém. Por alguém que tinha mais vida que um adolescente. Por um professor que apesar de bater 30 vezes com o ponteiro na secretária e acordar até os mortos, tinha um enorme gosto em estar dentro de uma sala de aula, a falar como que numa conversa informal, com alunos ansiosos por aprender.. ou adormecer. Independentemente disso, foi um grande professor.
Vai fazer falta, professor, foi um enorme gosto aprender consigo.

Ao professor Alberto Romão Dias. Que fique sempre na memória.

sábado, 14 de julho de 2007

A puta do 7

Na Faculdade de Direito de Lisboa existe um instituto jurídico que a maioria dos estudantes conhece infelizmente muito bem chamado "a puta do 7".
Em Junho e Julho são frequentes as vezes em que esta pérola numérica é referenciada nos corredores "...só preciso de ter 7...". Mas a maravilha deste instituto jurídico surge quando por vil obra do destino, não se consegue ter o almejado 7. Cinco é a palavra de ordem nas pautas. Ora mas porquê o dito adjectivo para classificar este afamado instituto jurídico? Porque quando não se tem avaliação contínua como é o caso desta "yours trully" o 7 é o nosso bilhete para ir a oral e com muita fé e esforço passar. Ora o estonteante 5 proporciona-nos uma bela viagem até... Setembro. Na pas de oral para personne. Oh well não há três sem... quatro! Quatro cadeirinhas para fazer em Setembro, que prespectiva fabulosa da vida.

Vou-me ali afogar e já volto para estudar Processo Civil.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Quando as palavras não chegam...


Só p'ra dizer que te ... .

Uma frase, uma rosa. E o meu dia estúpido e cansativo volta a ter cor.
E sim, é o bilhete do concerto da Mariza que fui ver, e sim foi fantástico.

A ti.

Calma, confiança e persistência

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.

Ricardo Reis (Fernando Pessoa)

Ahhh... tá bem!

sábado, 7 de julho de 2007

"Quando chegam as férias de Verão..."

Acordar às 5.50h da manhã, apanhar boleia com um amigo e agora colega às 7.40h, chegar às 8h, morta de sono e morta por um café, receber os putos e respectivos paizinhos, excitados, felizes, pronto para fazerem disparates, às 8.30h.
Praia, piscina, museus, jogos, cantigas, gritos, brincadeira, risos, birras para não comer, arranhões nos joelhos...
Chegar às 17.30h, rouca, cansada, feliz, e ainda ter paciência para estudar para os exames e dar um saltinho ao Bairro Alto à 6ª feira à noite.

O segredo? Todos os monitores de qualquer colónia de férias o sabem. É muito café, muita paciência e uma dedicação e gosto enormes com o que se está a fazer.

Porque as nossas férias são passadas a trabalhar com os filhos dos outros, a brincar com eles, a dar-lhes de comer, a vê-los sorrir, a ralhar por vezes, a fazer com que eles façam amigos e se divirtam, se soltem, se envolvam, a promover o espirito de equipa, a formar um hábito de férias, um bom ambiente. São muitas horas de stresse, de berros, de música, de cantar o Hino da Colónia 30 vezes com o mesmo entusiasmo quando já não podes com a música paí desde a 4ª vez, de ter meninos ao colo a fazer-te cócegas e a dar beijinhos, de não conseguir comer nada quente porque passas meia hora a dar de comer a cada um dos pequeninos, que acham mais giro fazer bolas artisticas com almondegas do que com plasticina, de escaldões, de joelhos arranhados, de areia nos sapatos, de água fria na praia, de gritar Põe o chapéu na cabeça não te aviso mais vez nenhuma!, de voltar a ver os teus amigos de há tantos anos, antes utentes como tu e agora monitores a trabalhar ao teu lado; os teus antigos monitores, que te conhecem as manhas e as birras e te mandam para dentro de água vestida só porque sim, a confiança formada entre todos, as decisões e alterações transmitidas com meia dúzia de palavras e olhares, e saber que vai tudo correr bem, porque a equipa é coesa e se entende bem, e está toda lá com o mesmo propósito.

E no fim a recompensa de ter os meninos e meninas agarrados a nós a chorar baba e ranho, a dar-nos beijinhos, quando a quinzena acaba e não se querem ir embora, e os pais a estranhar "porque eles normalmente não são muito apegados às pessoas nem gostam muito de ir para as colónias, que estranho, que bom, podem voltar na próxima quinzena/próximo ano?"
E nós cheios de saudades desta rotina, desta alegria que nos entra nas veias e nos enche a alma de coisas boas, e nos faz voltar ano após ano.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Boas noticias

Este post serve para congratular a minha paixão por ter passado com 11 na oral (medo, medo) a um dos cadeirões do curso: Teoria Geral do Direito Civil. Pipoca casa comigo!

Ps - In case you are wondering chumbei a Obrigações com 8.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

É já amanha

Desci as escadas a correr, saltei os últimos lanços como se a prespectiva de partir uma perna (leia-se que estava de saltos) fosse um doce comparada com a situação actual em que vivia.
Virei à direita, virei à esquerda, entrei no corredor, derrapei em frente ao placard e procurei o meu número. E lá estava ele, em oitavo lugar como estivera no dia anterior, impávido e sereno. Entre ele e o nono lugar, um risco "hand-made" e uma seta. Daqui para a frente todas as orais estão adiadas para dia 5. Do número nove inclusivé para a frente.
Sou o oito. Maldição!

Estou em contagem decrescente para o meu fuzilamento, que é como quem diz, amanhã tenho oral de Obrigações.


Vai saber a patinho... eu claro.

Marcas

Há pessoas que nos marcam para sempre. Que inevitávelmente continuam no nosso coração, de uma maneira ou de outra. Pessoas para as quais só queremos o melhor, que sejam felizes com quem elas escolherem, no caminho por elas traçado. E só esperamos poder acompanhar, na bancada ao longe, passivamente, o desenrolar da sua vida. Vamos vivendo a nossa, o melhor que podemos. Com mágoas e dias de choro, com sorrisos, vitórias, conquistas. Novas pessoas chegam a esse espaço, outrora ocupado e agora vazio. E dão novo significado, nova luz, preenchem lacunas, reavivam memórias, apagam algumas mágoas, alguns vicios, alguns medos. Vives de novo.
Mas as marcas antigas não desaparecem. Mudam de perspectiva, de categoria, de significado. Mas a lembrança está sempre lá, o bom e o mau. E é tudo isso que se guarda naquele cantinho do peito. Tudo isso nos permite viver em paz, felizes com as nossas escolhas, com as nossas vidas.
Não sou capaz de guardar rancor, de odiar. Porque me lembro de tudo o que me marcou. Depois de tantas memórias, de tanta vida, há que guardar, sorrir e olhar para o futuro. Confiantes de que tudo acontece porque tem que acontecer, e de que podemos sempre aprender qualquer coisa.
E um dia, mais tarde, quem sabe se não nos voltamos a encontrar, nós e as nossas marcas, quando a poeira assenta e o desconforto desaparece, para dois dedos de conversa e uma bica cheia.

A ti, que me marcaste um dia, e de quem nunca me esqueci.

Jogo de Antagonismos

Roubado descaradamente ao Morsa:

Jogo de Antagonismos:

Na teoria era para completar com uma palavra só.. mas hey, quem é que consegue só dizer uma palavra? Eu não sou de certeza... Assim, aqui fica.

Sou: Pessimista / Não sou: Ciumenta
Gosto: de chocolate / Não gosto: de sopa
Tenho: a mania de que sei tudo / Não tenho: vergonha nem sentido de ridículo
Faço: o meu melhor / Não faço: fretes
Fiz: tudo o que podia e mais alguma coisa / Não fiz: porque não interessava
Farei: um meu curso, um dia / Não farei: mais me*** nos estudos
Quero: viver / Não quero: sair magoada
Sonho: com a morte por vezes / Não sonho: com fantasmas passados
Frequento: o Instituto Superior Técnico / Não frequento: Discotecas há já uns aninhos...
Aprovo: se for bem feito / Não aprovo: se acontecer o contrário. Temos pena
Como: mal / Não como: é o que diz a minha mãe. "Não comes!"
Ajudo: quando posso / Não ajudo: quando me é mesmo impossível ou quando não concordo.
Assisto: a tudo o que valha a pena / Não assisto: a cenas tristes.
Uso: um relógio que a minha mãe me comprou quando fiz 18 anos / Não uso: cremes e afins, porque não tenho grande paciência.
Vou: ser engenheira / Não vou: Ficar parada estas férias.

domingo, 1 de julho de 2007

Porque a banda sonora agora é outra

Mafalda Veiga
Cúmplices
A noite vem às vezes tao perdida
E quase nada parece bater certo
Ha qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto

Nem sempre o chao da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tanta vezes o que resta, do calor
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho

Trocamos as palvras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cumplices o resto da vida
Ou talvez só ate amanhecer

Fica tao facil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto

Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Ao Rui

sexta-feira, 29 de junho de 2007

10 coisas que vocês não fazem ideia sobre mim e que me apetece partilhar:

Roubadíssimo ao fantástico Olha que foudass!:


10 coisas que vocês não fazem ideia sobre mim e que me apetece partilhar:



  1. A minha irmã trata-me por Becas ou Bé

  2. Quando era pequena queria ser vulcanóloga

  3. Quando tinha 9anos levei uma participação (castigo da escola) porque saltei a vedação da minha escola básica para a escola do lado, só porque a minha não tinha baloiços e a mim apetecia-me andar de baloiço

  4. O meu filme preferido de todos os tempos é o Rei Leão, da Disney, e sei as músicas todas de cor.

  5. Deixei de roer as unhas à uns tempos, agora passo a vida a parti-las a tocar cavaquinho

  6. A minha primeira paixão de sempre, descobri eu há pouco tempo, fartou-se de gajas e agora é gay

  7. Chumbei no meu exame de condução porque passei em cima de uma raia na estrada e não dei prioridade ao senhor peão

  8. Só adormeço deitada sobre o meu lado esquerdo e tenho extrema dificuldade em adormecer sem a minha almofada

  9. Entro sempre na sala de exame com o pé direito

  10. Tenho o tique de mexer no nariz quando estou nervosa

Fantástico não é? Sou mesmo estranha, jesus...

terça-feira, 26 de junho de 2007

Músicas com power

Há músicas especiais. Músicas que ao ouvir somos simplesmente incapazes de permanecer quietos. Dançamos ao espelho, cantamos com o primeiro objecto que vem à mão a servir de microfone, no carro, no banho, na sala, em cima do sofá aos saltos, onde for. Onde ninguém nos vê, nos ouve e não podem mandar vir com o nosso gosto. Porque a malta é chata! É porque são muito antigas, muito old school, isso é música de velhos, a minha mãe é que ouvia isso! ou pelo contrário são de um cantor(a) que não anda muito na berra.. ou então porque até anda demais e temos vergonha de sermos gozados por sabermos a letra de cor, termos o album todo no mp3 e dois bilhetes para o próximo concerto na carteira. Larguem-nos, a gente gosta, somos estranhos, viemos de Marte, temos pena, ide melgar para outro sítio, ó faxavor!

Mas mais importante que os nossos espectáculos musicais, estas são muitas vezes músicas que nos fazem felizes, lembram bons tempos, boas pessoas, cheiram a Verão ou a outra estação qualquer que se prefere. Músicas que fazem parte da nossa banda sonora da boa disposição, que se tem no carro quando o exame corre que é uma mer**, quando se acaba com o namorado (ou quando se começa...), quando se vai de férias com as amigas, eu sei lá! Entram pelos ouvidos e quando menos se espera estão os músculos todos numa rave daquelas, a cabeça noutro lugar, e temos o mundo aos nossos pés.

Acontece a todos. Nem tentem fugir, porque eu sei que vocês também têm musiquinhas dessas!
Músicas com power.

Desafio: Digam-me as vossas músicas, aquelas que vos põem a fazer figuras tristes quando saem do duche de toalha à cintura e escova-microfone! Mais humilhantes melhor, que a malta gosta é da desgraça alheia!


Ahhh mas ó Belinha tens que ser tu primeiro a dizer que a gente tem vergonha!

'Tá bem, vou então aqui mostrar ao mundo, que é como quem diz, aos dois leitores e meio que andam aqui pelo estaminé sem ser a minha mãe, a música.
Ora digam lá se isto não cheira a Verão e a bronzeador e sal e alegria e isso tudo.. E o que eu gostava destes gajos! Dançava isto tudinho com coreografia... e ainda sei a letra toda! Ai não brincas...



S Club 7 - Bring it all back

sábado, 23 de junho de 2007

Recordações

Always On Your Side
Sheryl Crow

My yesterdays are all boxed up and neatly put away
But every now and then you come to mind
Cause you were always waiting to be picked to play the game
But when your name was called, you found a place to hide
When you knew that I was always on your side

Well everything was easy then, so sweet and innocent
But your demons and your angels reappeared
Leavin' only traces of the man you thought you'd be
Leavin' me with no place left to go from here.
Leavin' me so many questions all these years

Is there someplace far away, someplace where all is clear
Easy to start over with the ones you hold so dear
Or are you left to wonder, all alone, eternally
This isn't how it's really meant to be
No, it isn't how it's really meant to be

Well they say that love is in the air, but never is it clear,
How to pull it close and make it stay
Butterflies are free to fly, and so they fly away
And I'm left to carry on and wonder why
Even through it all, I'm always on your side

Is there someplace far away, someplace where all is clear
Easy to start over with the ones you hold so dear
Or are you left to wander, all alone, eternally
This isn't how its really meant to ben
Oh, this isn't how its really meant to be

Well if they say that love is in the air, never is it clear
How to pull it close and make it stay
If butterflies are free to fly, why do they fly away
Leavin' me to carry on and wonder why
Was it you that kept me wondering through this life
When you know that I was always on your side

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Época de exames

É oficial. A Isabelinha está em modo 8 cadeiras ai ai ai Jesus, que vou morrer.

Plano de estudo: comer, 30 minutos. Dormir, 7horinhas. Olheiras, até aos pés. Café, o mais possível. Humor, de cão. Álcool, só se for pa esquecer a desgraça que é ser estudante do Técnico. Com 8 cadeiras. E vida social reduzida a nada. Pelo menos por três semanas.

Se o namorado, a famelga ou os amigos perguntarem por mim, digam que emigrei pó Paraguai e volto lá pó fim de Julho. Desejem-se sorte ;)

PS - Se a porra do exame de Microbiologia me correr mal, meto-me no Bairro e apanho uma piela daquelas! Raios parta que apanho!!!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Sair à noite

Quando começei a sair à noite tinha 16 anos.
Ok, tinha mesmo mesmo quase 16. Lembro-me perfeitamente. Fui à Expo, uma amiga minha fazia nesse dia 17. Faltavam-me 22 dias para os meus anos. Para os meus tão aguardados 16. Lembro-me que bebi água nessa noite, que dançei até me doerem os pés, que me deram 21anos à entrada do bar, o que só prova que o segurança devia estar mais bêbado do que a malta que lá estava dentro, pois eu faço 21 anos este ano e tenho cara de quem fez 15 ontem. Adiante.
Lembro-me que a minha mãe não me deixou sair antes, pois primeiro, não tinha idade para estar num estabelecimento de diversão nocturna, e se aparecesse a polícia podia haver problemas. Segundo, porque era muito nova para beber. E ir sair à noite sem beber, era idiota. Não que não pudesse ir sem beber, mas ao menos se quisesse fazê-lo, não havia problemas. E não foi isso que me diverti menos, ou que perdi grande coisa.
A minha primeira grande bebedeira? Sinceramente não me lembro. Houve várias boas. E quando eu digo boas, falo em bebedeiras que não estragam a noite aos outros. Nunca estive naquele estado lastimoso que os jovens hoje acham giro, o look esparralhados no chão a vomitar as tripas, com olhos revirados, mais para lá que para cá. Deprimente. Não sabem divertir-se, estragam a noite aos outros, bebem demais para a idade que têm. Há pessoas que não deviam beber. Há miúdos que deviam levar uns bons pares de estalos dos paizinhos. Tirarem-lhes o telemóvel, o mp3, a consola, a mesada, o couro e o escalpe se não der para mais!.
Porque a vida é mais preciosa que umas quantas saidas à noite. Porque são regalias, é divertimento, é extra, é bónus, e devem ser levadas com responsabilidade, maturidade e confiança. Porque ir sair é perigoso, em muitos sentidos. Porque os pais temem o que possa acontecer. Porque é a primeira vez que os filhos saem de debaixo da asa deles e voam sozinhos. E muitos desses voos têm destino directo ao chão... ou em alguns casos a lavagem ao estomago.
E se pensam que a(o)s raparigas/rapazes acham muito sexy estarem ali de copo na mão, ar imprtante, aparentando terem mais idade do que têm, lembrem-se que nada disso conta, quando abrem a goela, não para cantarem no karaoke, mas para mandarem fora o franguinho assado com batatinha frita que comeram ao jantar! Eu pelo menos não me sinto atraída, mas pronto, talvez sejam manias minhas.
Gosto de sair. Bebo porque gosto, não porque é giro ou porque preciso de provar alguma coisa. Bebo normalmente pouco, porque a mesada não estica e porque o objectivo é apenas divertir-me. Bebo maioritariamente cerveja, que não é de todo sexy, num copinho de plástico ranhoso. Bebo poucas vezes porque gosto de ter o carro para me ir embora quando quero.
Para a malta que diz que não se consegue divertir se não beber, só tenho uma coisa a dizer. Quando tiverem 18 aninhos e a carta de condução, e gostarem de se sentirem livres para irem para todo o lado com o pópó, vão aprender que o álcool não é tudo, e que por vezes as melhores noites nem são aquelas em que houve bar aberto, mas aquelas em que reuniste os amigos de sempre, no sítio de sempre, para dois dedos de conversa e uma garrafinha de água das pedras, até o nascer do dia.