Porque são amigos.
Porque merecem.
Porque vai a Estudantina.. er... o GSFMH, claro, obviamente, o GSFMH, que é isso que vamos lá ver né, o GS (E a Estudantina!)... =p
Porque vamos lá estar a torcer para que seja uma noite de estrelas... no palco e no céu, que eles bem que precisam.
31 de Maio
21h00
Casa da Pesca
Entrada Livre
Um evento de Acessibilidade para Todos
Uma organização: GSFMH - CMO
Mais informações: www.fmh.utl.pt/serenatas
sexta-feira, 30 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Os dias
Há dias para todos os gostos.
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Dias de loucos, cheios de pressa, de trânsito, de vida, onde o que mais queremos é um minuto para beber um café em paz mas parece literalmente impossível.
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Dias de descanso, tipo Domingo passado na casa dos pais, a vegetar à frente da tv, com demasiada preguiça para tomar banho ou vestir algo mais do que o pijama.
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Dias especiais, os anos de alguém, uma reunião importante, uma data especial, em que se passa o tempo a preparar a vestimenta, cabelo, unhas, sapatos, acção!
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Dias monótonos, quando passamos o tempo a fazer a mesma coisa, seja escrever ao computador ou a ouvir um professor falar sem interesse, aqueles dias em que passamos o dia a bocejar.
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Dias assim todos temos. A graça está, em ter vários tipos de dias, num só.
Porque todos os dias podem ser de loucos, especiais, de descanso e monótonos ao mesmo tempo. Só depende da prespectiva que damos, à importância com que olhamos, para esses mesmos dias.
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"Há dias que sopram
Os dias que vão,
Levantam asas ou ficam em pedaços pelo chão;
Há dias perdidos
E outros sem fim,
A colar cada pedaço, do mundo que se partiu dentro de mim..."
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Mafalda Veiga - Os dias
segunda-feira, 19 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Há coisas boas de se ler
"Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que "sim".
O professor tomou então uma caixa de fósforos e vazou-a dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que "Sim". Logo, o professor pegou numa caixa de areia e vazou-a dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o prof. questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um "Sim" retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.
Os estudantes riram-se. Quando os risos terminaram, o professor comentou:
- Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, como Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, enfim, as coisas que vos apaixonam. São coisas que, mesmo que perdessem tudo o resto, a vossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são as outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocarmos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia...
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café?
O prof. sorriu e disse:
- Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo.
Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e café!"
retirado de: eremitta.blogspot.com (Terça Junho, 28, 2005)
O professor tomou então uma caixa de fósforos e vazou-a dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que "Sim". Logo, o professor pegou numa caixa de areia e vazou-a dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o prof. questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um "Sim" retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.
Os estudantes riram-se. Quando os risos terminaram, o professor comentou:
- Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, como Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, enfim, as coisas que vos apaixonam. São coisas que, mesmo que perdessem tudo o resto, a vossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são as outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocarmos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia...
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café?
O prof. sorriu e disse:
- Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo.
Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e café!"
retirado de: eremitta.blogspot.com (Terça Junho, 28, 2005)
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Mudar de vida
Hoje para muitos foi dia de praia, a noite parece de verão e convida, e a questão que eu coloco é: porque é que a FDL funciona sempre ao contrário?
Antes, já era mau o suficiente, porque estava toda a gente de férias, na praia, e andávamos nós pálidos e com olheiras a estudar para as orais até Agosto. Já nos tinhamos habituado a isso, mas bora lá mudar as regras outra vez. Agora, em Abril/Maio, anda toda a gente nas semanas académicas, a queimar os últimos cartuxos do semestre e a aproveitar o bom tempo, e estão os desgraçados do costume a ter exames finais. E praia em Junho, nem ve-la, que pelo andar da carruagem, a afluência das orais vai ser tipo Rock in Rio.
Segunda fase passou para Julho, aulas começam em Setembro.
E eu volto a perguntar: o que é que ganhámos com isto?
Diminuiu-se o risco de apanhar cancro da pele e cirrose no figado, porque as férias ficaram reduzidas a mês e meio.
O assistente de Comercial ontem disse na aula que Bolonha é via verde para a licenciatura. Tenho duas mil páginas para estudar para a frequência de terça feira e amigos a sair para as festas e para a praia. Acho que o meu dispositivo está avariado.
Já não há paciência.
Antes, já era mau o suficiente, porque estava toda a gente de férias, na praia, e andávamos nós pálidos e com olheiras a estudar para as orais até Agosto. Já nos tinhamos habituado a isso, mas bora lá mudar as regras outra vez. Agora, em Abril/Maio, anda toda a gente nas semanas académicas, a queimar os últimos cartuxos do semestre e a aproveitar o bom tempo, e estão os desgraçados do costume a ter exames finais. E praia em Junho, nem ve-la, que pelo andar da carruagem, a afluência das orais vai ser tipo Rock in Rio.
Segunda fase passou para Julho, aulas começam em Setembro.
E eu volto a perguntar: o que é que ganhámos com isto?
Diminuiu-se o risco de apanhar cancro da pele e cirrose no figado, porque as férias ficaram reduzidas a mês e meio.
O assistente de Comercial ontem disse na aula que Bolonha é via verde para a licenciatura. Tenho duas mil páginas para estudar para a frequência de terça feira e amigos a sair para as festas e para a praia. Acho que o meu dispositivo está avariado.
Já não há paciência.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Gente estranha
Hoje contaram-me uma anedota. Qualquer coisa parecida com isto:
Dois estatisticos (matemáticos do ramo da Estatística) andavam a fazer tiro ao alvo, a um veado.
Ora um acertou na ponta dos chifres, outro na ponta da cauda. Como os segmentos eram aproximadamente iguais, faz-se a média, que dá o coração, logo o veado morre! E isto foi contado pela minha professora de Estatística, em plena aula, coitadinha, ela até uma querida e uma paz de alma, mas.... Haverá coisa mais estúpida que isto?
Bem me parecia... Gente estranha, bolas!
domingo, 20 de abril de 2008
"Somebody get the lights!"
Na sexta feira à tarde, faltou a luz na Faculdade de Direito de Lisboa.
De repente, instalou-se o pânico e o caos: os corredores estavam às escuras, as salas e o bar também, logo não se conseguia estudar. Não havia café, porque a máquina não ligava, não havia copos lavados para beber água, porque lavar à mão dá muito trabalho e para ir comprar uma garrafa não havia multibanco, porque também estava desligado.
Não havia fotocópias para ninguém, não se podia entrar na biblioteca porque a entrada faz-se através de impressão palmar (frescuras...) e sem luz não funciona.
Havia autocolismo, porque a tecnologia ainda não chegou às sanitas, mas ninguém queria saber.
Assisti quase ao apocalipse, ao fim do mundo como eu o conhecia. Havia literalmente gente histérica, sem saber como chegar até ao fim do dia.
Não lhes contei que antigamente os candeeiros eram a petróleo e que não existiam telémoveis, porque sabia que não iriam acreditar.

Não havia fotocópias para ninguém, não se podia entrar na biblioteca porque a entrada faz-se através de impressão palmar (frescuras...) e sem luz não funciona.
Havia autocolismo, porque a tecnologia ainda não chegou às sanitas, mas ninguém queria saber.
Assisti quase ao apocalipse, ao fim do mundo como eu o conhecia. Havia literalmente gente histérica, sem saber como chegar até ao fim do dia.
Não lhes contei que antigamente os candeeiros eram a petróleo e que não existiam telémoveis, porque sabia que não iriam acreditar.

quarta-feira, 9 de abril de 2008
Preparando o III Noites de Luar - Serenata Académica...
"Tantos rostos na rua
Para nenhum quero olhar
Tantos mas não o teu
Aquele com quem queria estar
Mas quando a dor muito aperta
Sinto o coração a morrer
O que outrora era paixão
Tristeza passou a ser
Foi num inverno fatal
Dia em que nem o sol nasceu
Para assim marcar
A hora em que morreu
Se um dia possivel fosse
No tempo atrás andar
Não sei que de mim seria
Se p'ra ti tentasse voltar
Por muito grande que seja
A angústia de te perder
A dor de ver tudo acabar
Já sinto por não te ter..."
Balada de Inverno - Tuna Feminina Instituto Superior Técnico
Ao vivo e a cores, numa Fonte Luminosa perto de si, que é como quem diz ali para os lados da Alameda, no dia 3 de Maio.
Para nenhum quero olhar
Tantos mas não o teu
Aquele com quem queria estar
Mas quando a dor muito aperta
Sinto o coração a morrer
O que outrora era paixão
Tristeza passou a ser
Foi num inverno fatal
Dia em que nem o sol nasceu
Para assim marcar
A hora em que morreu
Se um dia possivel fosse
No tempo atrás andar
Não sei que de mim seria
Se p'ra ti tentasse voltar
Por muito grande que seja
A angústia de te perder
A dor de ver tudo acabar
Já sinto por não te ter..."
Balada de Inverno - Tuna Feminina Instituto Superior Técnico
Ao vivo e a cores, numa Fonte Luminosa perto de si, que é como quem diz ali para os lados da Alameda, no dia 3 de Maio.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Desejando que saia...
Estive na audição do novo disco da Mafalda Veiga, Chão, só para fãs. E como sou uma namorada fantástica, levei o melhor acompanhante do mundo. Visto que foi uma audição, e depois de termos discutido letras, sonoridades, sensações e sentidos, temos
"... é que eu, quero-te tanto
não saberia não te ter
é que eu quero-te tanto
é sempre mais do que eu te sei dizer
mil vezes mais do que eu te sei dizer..."
para mim e
"...faz parte ser um pouco perdido
faz parte começar outra vez
faz parte ir atrás dos sentidos
e voar a sentir o mundo na ponta dos pés..."
para ti.
Estarei no Chiado, para comprar em primeira mão, o tão esperado disco, no dia 21 deste mês. Vens comigo, para ouvirmos vezes sem conta no carro, a caminho de lugares e restaurantes bonitos...?
"... é que eu, quero-te tanto

não saberia não te ter
é que eu quero-te tanto
é sempre mais do que eu te sei dizer
mil vezes mais do que eu te sei dizer..."
para mim e
"...faz parte ser um pouco perdido
faz parte começar outra vez
faz parte ir atrás dos sentidos
e voar a sentir o mundo na ponta dos pés..."
para ti.
Estarei no Chiado, para comprar em primeira mão, o tão esperado disco, no dia 21 deste mês. Vens comigo, para ouvirmos vezes sem conta no carro, a caminho de lugares e restaurantes bonitos...?
segunda-feira, 7 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
sábado, 22 de março de 2008
Sugestão
Quinta fui ao cinema com o Rui ver um filme espectacular.
Chama-se "August Rush" e trata sobre um rapaz de 11 anos (quem viu o "Finding Neverland" reconhece o actor) que é orfão e faz da sua missão de vida encontrar os pais.
Paralelamente, 11 anos depois, o miudo é um génio da música. Em traços largos, ele foge da instituição e passa a viver na rua sob a alçada de um maluco (Robbie Williams) que o decide explorar juntamente com outras crianças a tocar na rua em troca de dinheiro, até que decobre que o miudo é um prodigio e decide fazer dinheiro a valer com ele. O miudo foge e vai ter a uma igreja cujo reverendo tem ouvido e bom coração e decide leva-lo para a Julliard Academy, onde o miudo fica a aprender musica. Os profs ficam espantados com a genialidade e convidam-no a apresentar uma Raposódia composta por ele no concerto de Verão em Central Park. O resto têm de ver, acreditem que vale a pena. Deixo-vos com o Trailer e com uma das melhores cenas do filme, que o Rui adorou (crominhos da musica , entenda-se! =P)
Chama-se "August Rush" e trata sobre um rapaz de 11 anos (quem viu o "Finding Neverland" reconhece o actor) que é orfão e faz da sua missão de vida encontrar os pais.
Paralelamente, 11 anos depois, o miudo é um génio da música. Em traços largos, ele foge da instituição e passa a viver na rua sob a alçada de um maluco (Robbie Williams) que o decide explorar juntamente com outras crianças a tocar na rua em troca de dinheiro, até que decobre que o miudo é um prodigio e decide fazer dinheiro a valer com ele. O miudo foge e vai ter a uma igreja cujo reverendo tem ouvido e bom coração e decide leva-lo para a Julliard Academy, onde o miudo fica a aprender musica. Os profs ficam espantados com a genialidade e convidam-no a apresentar uma Raposódia composta por ele no concerto de Verão em Central Park. O resto têm de ver, acreditem que vale a pena. Deixo-vos com o Trailer e com uma das melhores cenas do filme, que o Rui adorou (crominhos da musica , entenda-se! =P)
terça-feira, 18 de março de 2008
Sei que devia escrever
Sei que devia escrever, afinal de contas criei um blog para publicar tudo aquilo que queria dizer ao mundo, e era muito.
Não tenho falta de opiniões, falta de ideias. Continuam a acontecer coisas interessantes na minha vida, sobre as quais até gostaria de conversar, debater, perguntar.
Mas continuo sem escrever. Porque é que será? Porque é que a ideia de construir um texto com principio, meio e fim me cansa? Fico exausta só de pensar nisso.
Acho que me chateei com a escrita. Tudo me parece imperfeito, fútil e principalmente banal. Odeio banalidades. E o que não é banal torna-se redutor quando passado para escrito. E há coisas que não se podem reduzir, sob risco de imperfeição. Para coisas imperfeitas já basta a vida.
Resumindo queria escrever mas não me apetece.
E com isto até escrevi qualquer coisa.

terça-feira, 11 de março de 2008
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