sexta-feira, 30 de junho de 2006
quarta-feira, 28 de junho de 2006
Plenitude
Hoje vou para os copos!!!! Agora que partilhei isto com o mundo, sinto-me completa....
Recomendo.
Recomendo.
domingo, 25 de junho de 2006
Citação Famosa IX
"O solteiro é aquele que sabe o momento exacto e psicológico de abanar a cabeça - não!"
H. L. Menchen
Dedicado à Nicole Kidman, que está de casamento marcado. Sou parva, eu sei.
H. L. Menchen
Dedicado à Nicole Kidman, que está de casamento marcado. Sou parva, eu sei.
Sem comentários

Que tipo de "ex" é você?
Você é um Ex Colorido: a relação acabou, mas você "passou à reserva". Isto quer dizer que sempre que os dois "ex"estão para aí virados, a coisa compõe-se - mas momentaneamente e sem compromisso. Como diria a canção, você é "o amor das horas vagas", um eterno plano de backup para quando o resto falha. Nunca deixará o seu papel de Ex - o que não quer dizer que não aprecie recordar os bons velhos tempos.
sábado, 24 de junho de 2006
quarta-feira, 21 de junho de 2006
Tome lá um 12 e já vai com sorte!

Marcelo Rebelo de Sousa deu 12 valores à equipa portuguesa no jogo contra o México.
Diz que não foi uma exibição brilhante mas que chegou perfeitamente para passar aos oitavos de final em primeiro lugar que, segundo Marcelo, era o objectivo...
"Olhe, dou 12, que é o que eu dou aos meus alunos em Direito para dispensarem ir à oral!"
Ufa, dessa já nos safámos.. Oral de Direito do Futebol deve ser lixada não..?
Diz que não foi uma exibição brilhante mas que chegou perfeitamente para passar aos oitavos de final em primeiro lugar que, segundo Marcelo, era o objectivo...
"Olhe, dou 12, que é o que eu dou aos meus alunos em Direito para dispensarem ir à oral!"
Ufa, dessa já nos safámos.. Oral de Direito do Futebol deve ser lixada não..?
Toma lá morangos.. ou melancias..

Major Valentim Loureiro quando defrontado com as prespectivas dos próximos jogos da selecção nacional no Mundial de futebol, se seria mais fácil e mais proveitoso um jogo com a Argentina ou com a Holanda.
"O que é que preferia, defrontar a Argentina ou a Holanda? Bem, isto é como as melancias, só depois de abrir é que se sabe se é doce ou não..."
Major Valentim Loureiro
Metáfora tão à frente, tão à frente.. que eu não percebi...
terça-feira, 20 de junho de 2006
Para as minhas colegas Tânia e Kikas
O que está a dar são namorados imaginários.
Senão vejam: Não têm que se preocupar em dar satisfações, pois se ele é imaginário está sempre lá, não têm que dar prendas (é imaginário, daah), não vos faz cenas de ciúmes, é tudo o que se sonhou (imaginámo-lo perfeitinho perfeitinho, mesmo à medida).. Só tem vantagens! A altura perfeita, os olhos daquela cor, carro X, casa em Y, um amor..
Para quê um rapaz de carne e osso quando podemos ter o nosso sonho na nossa imaginação? Com a enooorme vantagem de que, como é imaginário, podemos sempre arranjar também um de verdade e manter o nosso, sem estar a trair ninguém.. Fantástico não acham?!
Desvantagem, bem, é aquela que todos sabemos né, há coisas que nem mesmo com muita imaginação... Mas isso agora não interessa nada!
Oiçam o que vos digo, quando experimentarem não querem outra coisa!
Namorados imaginários, arranje já o seu!
Senão vejam: Não têm que se preocupar em dar satisfações, pois se ele é imaginário está sempre lá, não têm que dar prendas (é imaginário, daah), não vos faz cenas de ciúmes, é tudo o que se sonhou (imaginámo-lo perfeitinho perfeitinho, mesmo à medida).. Só tem vantagens! A altura perfeita, os olhos daquela cor, carro X, casa em Y, um amor..
Para quê um rapaz de carne e osso quando podemos ter o nosso sonho na nossa imaginação? Com a enooorme vantagem de que, como é imaginário, podemos sempre arranjar também um de verdade e manter o nosso, sem estar a trair ninguém.. Fantástico não acham?!
Desvantagem, bem, é aquela que todos sabemos né, há coisas que nem mesmo com muita imaginação... Mas isso agora não interessa nada!
Oiçam o que vos digo, quando experimentarem não querem outra coisa!
Namorados imaginários, arranje já o seu!
Filosofias de vida
"Se o teu coração ainda não encontrou a pessoa certa.... Não te preocupes........ Vai comendo a errada!!"
Algas
São dicas destas, depois queixam-se... Ahhhh posé!
Algas
São dicas destas, depois queixam-se... Ahhhh posé!
domingo, 18 de junho de 2006
Por vezes passamos por momentos mais nostálgicos na nossa vida. Quando mudanças ocorrem é normal uma pessoa ressentir-se.
Eu não reago muito bem à mudança, acho que sou um pouco tradicional e conservadora, no aspecto em que não encaro muito bem quando algo muda na minha vida.
Nos últimos tempos só tem havido mudanças, hábitos que têm que acabar, prioridades que têm que ser revistas, valores que têm que ser recuperados e visões que têm que ser modificadas. Já não posso continuar a ser a mesma, mesmo que queira. E daí, talvez não queira mesmo, mas é como disse, reago muito mal à mudança, mesmo que seja para bem. A dedicação que antes não havia vai ter que passar a existir, o sitio onde procurava conforto vai ter que se alterar, há janelas que têm que ser abertas, pessoas que têm que entrar e outras que têm que sair, nem que provisóriamente, um intervalo longe, para depois tudo ser construído de novo sem ter o passado atrás de nós. Por vezes faz bem, não é?, romper um bocado com a vida, repensar, analisar para depois ter uma base segura de onde se parte.
Isto é o meu ponto de ruptura, é acabar o semestre como puder e desaparecer para longe. Quero ir embora daqui, virar costas a tudo, pessoas, lugares e recordações. Beijinhos à família e aos amigos, promessa de postais e telefonemas e desaparecer, nem que seja só por uns dias. Para onde ainda não pensei, com quem muito menos. Talvez sozinha, quem sabe. Não tenho assim muitas intenções de arranjar alguém para ir comigo. A minha mãe diz para levar o namorado, melhor!, para arranjar um namorado lá por onde eu andar. Eu digo-lhe que gosto muito dela mas neste momento prefiro estar sozinha, acho que fico melhor. Não que os homens não sejam boa companhia, ou que agora tenha seguido outros caminhos, digam-se alternativos, nada disso.. Apenas preciso de uns tempos só, houve muita coisa que aconteceu de repente, fugiu-me ao controlo, e nem sempre tudo foi bom... Como aliás nada é. A minha cabeça está um caos, é tudo à mistura, emoções à flor da pele combinadas com stress dos exames, querer dar o meu melhor e nem sempre conseguir, tentar manter os amigos que me escapam pelos dedos, mostrar a eles que eu sou a mesma pessoa e que os quero comigo independentemente das escolhas de cada um, tristezas, copos, rambóia, carros e trânsito, química, engenharia, livros, horários, e mais stress.
Quero um momento de pausa disto tudo, para poder pensar.
Gosto de ser coerente e de não tomar decisões precipitadas, só quando vejo que não tenho nada a perder. Para manter esta coerência e esta calma (muitas vezes apenas aparente) preciso de uns tempos longe, para me encontrar....
Eu não reago muito bem à mudança, acho que sou um pouco tradicional e conservadora, no aspecto em que não encaro muito bem quando algo muda na minha vida.
Nos últimos tempos só tem havido mudanças, hábitos que têm que acabar, prioridades que têm que ser revistas, valores que têm que ser recuperados e visões que têm que ser modificadas. Já não posso continuar a ser a mesma, mesmo que queira. E daí, talvez não queira mesmo, mas é como disse, reago muito mal à mudança, mesmo que seja para bem. A dedicação que antes não havia vai ter que passar a existir, o sitio onde procurava conforto vai ter que se alterar, há janelas que têm que ser abertas, pessoas que têm que entrar e outras que têm que sair, nem que provisóriamente, um intervalo longe, para depois tudo ser construído de novo sem ter o passado atrás de nós. Por vezes faz bem, não é?, romper um bocado com a vida, repensar, analisar para depois ter uma base segura de onde se parte.
Isto é o meu ponto de ruptura, é acabar o semestre como puder e desaparecer para longe. Quero ir embora daqui, virar costas a tudo, pessoas, lugares e recordações. Beijinhos à família e aos amigos, promessa de postais e telefonemas e desaparecer, nem que seja só por uns dias. Para onde ainda não pensei, com quem muito menos. Talvez sozinha, quem sabe. Não tenho assim muitas intenções de arranjar alguém para ir comigo. A minha mãe diz para levar o namorado, melhor!, para arranjar um namorado lá por onde eu andar. Eu digo-lhe que gosto muito dela mas neste momento prefiro estar sozinha, acho que fico melhor. Não que os homens não sejam boa companhia, ou que agora tenha seguido outros caminhos, digam-se alternativos, nada disso.. Apenas preciso de uns tempos só, houve muita coisa que aconteceu de repente, fugiu-me ao controlo, e nem sempre tudo foi bom... Como aliás nada é. A minha cabeça está um caos, é tudo à mistura, emoções à flor da pele combinadas com stress dos exames, querer dar o meu melhor e nem sempre conseguir, tentar manter os amigos que me escapam pelos dedos, mostrar a eles que eu sou a mesma pessoa e que os quero comigo independentemente das escolhas de cada um, tristezas, copos, rambóia, carros e trânsito, química, engenharia, livros, horários, e mais stress.
Quero um momento de pausa disto tudo, para poder pensar.
Gosto de ser coerente e de não tomar decisões precipitadas, só quando vejo que não tenho nada a perder. Para manter esta coerência e esta calma (muitas vezes apenas aparente) preciso de uns tempos longe, para me encontrar....
segunda-feira, 12 de junho de 2006
Santos Populares.. Eu vou!

Refrão:
E um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
E uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
E a fragata que se ergue na proa
E a varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flor e de mar
Lisboa já tem sol mas cheira a lua
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com as chinelas da ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm cheiro a rosmaninho
Na tasca da viela mais escondida
Cheira a iscas com moelas e a vinho
Refrão
Lisboa cheira aos cafés do Rossio
E o fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se faz frio
Cheira a fruta madura quando é Verão
Os lábios têm o cheiro do sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantiga
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a rapariga
E viva a tradição, vivam os Santos Populares, viva a sardinha no pão e cerveja plo ar, viva o manjerico e as quadras, os bairros antigos com as vizinhas à janela, o Santo António casamenteiro, as marchas na Avenida, muita borga e pouco estudo, as cantigas e bailarico pla noite fora... Mesmo já não morando lá, é esta a cidade que eu amo e por quem o meu coração balança nesta época do ano.. Por isso vou lá estar! É tradição, é Lisboa, é Portugal!
quinta-feira, 1 de junho de 2006
Estou Feliz
Estou feliz, porque pela primeira vez, desde à muito tempo um post meu foi comentado por mais pessoas que não a minha irmã nem o meu namorado. Viva o Ruben e viva a Sofia! First a Comment, then a Nobel, then the world! hahahaha
segunda-feira, 29 de maio de 2006
III Tradições
"Tuna D'elas vence a III Edição do Tradições organizado pela Tuna Feminina do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa no ano em que a TFISEL comemora o XII aniversário.
Lisboa 20 de Maio de 2006
Auditório Principal do ISEL
Pelas 21h00 começava a ganhar alma, um excelente Festival de Tunas Femininas, pelos corredores cruzávamo-nos com o público deste certame que chegava ávido de diferentes necessidades, se por um lado havia os apreciadores, por outro havia os amigos, familiares e por outro lado ainda apareciam aquelas caras que aos poucos nos habituamos a ver em todos os eventos desta natureza, estes últimos sempre próximos do bar.
O espectáculo teve a apresentação a cargo das caloiras da TFISEL e a primeira Tuna a subir no palco foi a Estudantina Académica do ISEL, muito empenhados em fazer uma brilhante actuação na sua própria casa, diante do seu público e principalmente do seu ensaiador, tocaram alguns dos mais recentes temas do seu reportório dos quais destao o "Conquistador", o instrumental "Marcha de Lisboa" e o Hino claro está! Muito afinados e empenhados.
A primeira Tuna do concurso a surgir foi a Damastuna, com 18 elementos, tocaram "Eu não sei quem te perdeu" (Pedro Abrunhosa), com alguns efeitos muito engraçados, com lanternas (da loja dos chineses) em que ligavam e desligavam as lanternas consoante as vozes que surgiam, trouxeram como instrumental o tema "Amélia", depois um tema da Dulce Pontes (que não recordo o nome, mas achei muito bonito, mesmo!), o original "(Lisboa) de fio a pavio" um belo tema e finalizaram com outro original "Espírito Tunante", pareceram um pouco nervosas, talvez por serem as primeiras, mas registei a excelente solista e os arranjos muito bonitos.
Depois de Coimbra veio a Tuna Feminina de Medicina da Universidade de Coimbra, trouxeram a Lisboa 22 elementos, uma boa postura, entraram com o seu Hino e continuaram a actuação com temas originais, "Encontrar Coimbra", "Encantamento", "Canto sentido", a estreia do instrumental "Pó de estrelas" digna de destaque "O caloiro" e "Meninas" a finalizar. Uma actuação excelente que telvez tenha quebrado ligeiramente o nervosismo da estreia do "Pó de estrelas", mas mantiveram sempre um belo sorriso de tricana.
Do Porto surgiu a Tuna Feminina da Escola Superior de Enfermagem de S.João, 26 elementos, com uma actuaçao muito positiva, segura e uma apresentação de um humor requintado, interpretaram "Tu Gitana" (popular com música de Zeca Afonso presumo), depois "Chave dos sonhos" (Sérgio Godinho e Luís Represas), "Recado ao Porto" (original penso eu...) dedicado ao Campeão Nacional, depois o instrumental, "El Tálisman" (Rosana), "Um beijo Teu" (Mero-Carlos Maia, Luís Pereira TAFEP) e terminaram com o Hino.
Após o intervalo, apareceu a Tuna D'Elas simulando durante toda a apresentação a experiência que elas sempre vivem quando se deslocam ao continente, imitando uma assistente de cabine de avião. 25 tunantes bem-humoradas, com uma excelente qualidade musical, destacando o excelente naipe de bandolins, violino e a presença do simpático instrumento tradicional da ilha da Madeira o Rajão, interpretaram os seguintes temas: "Foi Deus" (Alberto Janes), o excelente instrumental "Melodias de Offenbach", o original "Boémia", "Ay! Mi amigo", "Passa-a-Tuna" original e sairam com o Bailinho da Madeira.
Uma digna representante da Pérola do Atlântico.
A última Tuna a concurso, vencedora de todas as edições anteriores, a TFIST surgiu e expôs a razão. Apontamentos de humor refinado dedicados às Tradições (nome do Festival), arranjos magníficos, 26 elementos, uma excelente solista e todos os condimentos para uma actuação de sucesso. Trouxeram os seguintes temas: "Vocês sabem lá" (Nóbrega e Sousa, Jerónimo Bragança), o tema original "Saudade", o instrumental "A conversa das comadres" (António Chainho), "Ó gente da minha terra" (Amália/ Tiago Machado), "Júlia florista" (Amália Rodrigues) e acabaram com uma interacção fantástica com o público a cantar Viva Portugal, já a pensar no mundial da Alemanha e futebol.
Enquanto o Júri constituído por: José Barros, Dionisio Vila maior, Pedro Alves, Inês Pinheiro (presidente) e Nuno Coimbra, deliberava a TFISEL surgui para interpretar temas como "Ele e Ela", "Estudante Trajado", "Desfolhada", "Rapazote" e o "Sr. Vinho" foi o fechar com chave de ouro mais uma edição do Tradições. Parabéns à TFISEL pela excelente organização e até ao IV Tradições.
O público elegeu: Tuna mais público - TFIST
A Tuna organizadora elegeu:
Tuna mais tuna: Damastuna
Melhor apresentação: Tuna D'elas
O Júri decidiu:
Melhor pandeireta: Tuna D'elas
Melhor estandarte: Tuna Feminina de Enfermagem S.João - Porto
Melhor solista: Damastuna
Melhor Serenata: TFIST
Melhor instrumental: Tuna D'elas
3ª melhor Tuna: Tuna Feminina de Enfermagem S.João - Porto
2ª melhor Tuna: TFIST
Melhor Tuna: Tuna D'elas
Fora ainda foram atribuídos dois prémios que dizem respeito ao torneio de matraquilhos e aos jogos tradicionais ambos ganhos pela Tuna D'elas."
Texto publicado no site"www.portugaltunas.com" por Maurício Nunes, a 22-05-2006
Não podia deixar passar este texto do Maurício em branco, acho que foi um grande festival e por razões pessoais é-me particularmente especial: eu fazia parte das 26 tunantes da TFIST. O III Tradições foi o primeiro festival em que actuei, como caloira desta grande Tuna, e por isso ficará para sempre gravado na minha memória, calculo que na das minhas colegas também, pois fizemos uma brilhante actuação, mostrámos o que é ser realmente uma TFIST, e honrámos o nome do Técnico.
Parabéns a nós e a todas as tunas participantes, em especial à TFISEL pelo companheirismo e empenho com que puseram de pé este grande Festival.
Viva o Espírito Académico e vivam as Tunas!
Lisboa 20 de Maio de 2006
Auditório Principal do ISEL
Pelas 21h00 começava a ganhar alma, um excelente Festival de Tunas Femininas, pelos corredores cruzávamo-nos com o público deste certame que chegava ávido de diferentes necessidades, se por um lado havia os apreciadores, por outro havia os amigos, familiares e por outro lado ainda apareciam aquelas caras que aos poucos nos habituamos a ver em todos os eventos desta natureza, estes últimos sempre próximos do bar.
O espectáculo teve a apresentação a cargo das caloiras da TFISEL e a primeira Tuna a subir no palco foi a Estudantina Académica do ISEL, muito empenhados em fazer uma brilhante actuação na sua própria casa, diante do seu público e principalmente do seu ensaiador, tocaram alguns dos mais recentes temas do seu reportório dos quais destao o "Conquistador", o instrumental "Marcha de Lisboa" e o Hino claro está! Muito afinados e empenhados.
A primeira Tuna do concurso a surgir foi a Damastuna, com 18 elementos, tocaram "Eu não sei quem te perdeu" (Pedro Abrunhosa), com alguns efeitos muito engraçados, com lanternas (da loja dos chineses) em que ligavam e desligavam as lanternas consoante as vozes que surgiam, trouxeram como instrumental o tema "Amélia", depois um tema da Dulce Pontes (que não recordo o nome, mas achei muito bonito, mesmo!), o original "(Lisboa) de fio a pavio" um belo tema e finalizaram com outro original "Espírito Tunante", pareceram um pouco nervosas, talvez por serem as primeiras, mas registei a excelente solista e os arranjos muito bonitos.
Depois de Coimbra veio a Tuna Feminina de Medicina da Universidade de Coimbra, trouxeram a Lisboa 22 elementos, uma boa postura, entraram com o seu Hino e continuaram a actuação com temas originais, "Encontrar Coimbra", "Encantamento", "Canto sentido", a estreia do instrumental "Pó de estrelas" digna de destaque "O caloiro" e "Meninas" a finalizar. Uma actuação excelente que telvez tenha quebrado ligeiramente o nervosismo da estreia do "Pó de estrelas", mas mantiveram sempre um belo sorriso de tricana.
Do Porto surgiu a Tuna Feminina da Escola Superior de Enfermagem de S.João, 26 elementos, com uma actuaçao muito positiva, segura e uma apresentação de um humor requintado, interpretaram "Tu Gitana" (popular com música de Zeca Afonso presumo), depois "Chave dos sonhos" (Sérgio Godinho e Luís Represas), "Recado ao Porto" (original penso eu...) dedicado ao Campeão Nacional, depois o instrumental, "El Tálisman" (Rosana), "Um beijo Teu" (Mero-Carlos Maia, Luís Pereira TAFEP) e terminaram com o Hino.
Após o intervalo, apareceu a Tuna D'Elas simulando durante toda a apresentação a experiência que elas sempre vivem quando se deslocam ao continente, imitando uma assistente de cabine de avião. 25 tunantes bem-humoradas, com uma excelente qualidade musical, destacando o excelente naipe de bandolins, violino e a presença do simpático instrumento tradicional da ilha da Madeira o Rajão, interpretaram os seguintes temas: "Foi Deus" (Alberto Janes), o excelente instrumental "Melodias de Offenbach", o original "Boémia", "Ay! Mi amigo", "Passa-a-Tuna" original e sairam com o Bailinho da Madeira.
Uma digna representante da Pérola do Atlântico.
A última Tuna a concurso, vencedora de todas as edições anteriores, a TFIST surgiu e expôs a razão. Apontamentos de humor refinado dedicados às Tradições (nome do Festival), arranjos magníficos, 26 elementos, uma excelente solista e todos os condimentos para uma actuação de sucesso. Trouxeram os seguintes temas: "Vocês sabem lá" (Nóbrega e Sousa, Jerónimo Bragança), o tema original "Saudade", o instrumental "A conversa das comadres" (António Chainho), "Ó gente da minha terra" (Amália/ Tiago Machado), "Júlia florista" (Amália Rodrigues) e acabaram com uma interacção fantástica com o público a cantar Viva Portugal, já a pensar no mundial da Alemanha e futebol.
Enquanto o Júri constituído por: José Barros, Dionisio Vila maior, Pedro Alves, Inês Pinheiro (presidente) e Nuno Coimbra, deliberava a TFISEL surgui para interpretar temas como "Ele e Ela", "Estudante Trajado", "Desfolhada", "Rapazote" e o "Sr. Vinho" foi o fechar com chave de ouro mais uma edição do Tradições. Parabéns à TFISEL pela excelente organização e até ao IV Tradições.
O público elegeu: Tuna mais público - TFIST
A Tuna organizadora elegeu:
Tuna mais tuna: Damastuna
Melhor apresentação: Tuna D'elas
O Júri decidiu:
Melhor pandeireta: Tuna D'elas
Melhor estandarte: Tuna Feminina de Enfermagem S.João - Porto
Melhor solista: Damastuna
Melhor Serenata: TFIST
Melhor instrumental: Tuna D'elas
3ª melhor Tuna: Tuna Feminina de Enfermagem S.João - Porto
2ª melhor Tuna: TFIST
Melhor Tuna: Tuna D'elas
Fora ainda foram atribuídos dois prémios que dizem respeito ao torneio de matraquilhos e aos jogos tradicionais ambos ganhos pela Tuna D'elas."
Texto publicado no site
Parabéns a nós e a todas as tunas participantes, em especial à TFISEL pelo companheirismo e empenho com que puseram de pé este grande Festival.
Viva o Espírito Académico e vivam as Tunas!
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