segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Só para dizer que eu também fiz 21 anos.

Olá amiguinhos, eu sei que sou uma desgraçada que não dá sinal de vida mas tenho andado muito ocupada com a faculdade e restantes afazeres e como a Isabel mantém o blog a funcionar por ter muito mais paciência que eu para escrever, não me tenho preocupado muito em vir aqui dar o ar de minha graça. Contudo, nesta quadra justifica-se nem que seja para desejar um Feliz Natal aos caros leitores, que tão assiduamente seguem a vida da minha irmã e reflexamente se perguntam: O que é feito da irmã dela?!

Ora pois que me encontro bem de saúde, tirando alguns espirros tão caracteristicos nestas datas, de pessoas feitas para morar nos trópicos como eu própria. A faculdade vai andando porreirinha, algumas noticias boas, boas expectativas para os exames, mas também muito trabalho à vista. A famelga ta fina, o Rui ta óptimo e o cão ladra o que é sempre bom sinal. Feitas as contas anda tudo a funcionar.

Neste fim de semana fiz 21 anos, data muy importante, fiz uma festa pequenina porque a vida não está para excessos e porque o timming das festas é sempre mau por causa do Natal.

Pela primeira vez desde que a minha mãe deixou de organizar as minhas festas de anos, juntei os amigos com a estimada mana e até resultou bem. Dos pontos altos da noite destaco no caminho, as duas horas e meia em que andei às voltas pelo Bairro Alto para tentar arranjar um lugar para estacionar a viatura (leia-se que era uma sexta feira à noite e que marquei jantar no Chinês dos armazéns do Chiado por ter levado negas de quase 15 restaurantes por já estarem a abarrotar com jantares de Natal. Que estranho o Bairro estar a abarrotar pelas costuras!) que incluiu despique de buzinadelas com outro condutor que animadamente me ia respondendo aos oink oink que eu ia lançando por não ter nada que fazer, a expulsão da minha irmã do carro para ela ir acalmar a chinesa não fossemos nós ficar sem arroz chau chau por estarmos 2 horas atrasadas, o pilar de estacionamento arrancado do chão pela Vanessa, qual Hércules desesperado, para estacionarmos o carro entre outro carro e uma garagem que-ficava-tão-pertinho-do-Chiado-meu-deus-que-tem-de-ser-mesmo-aqui.

O jantar foi animado com a música que o meu rico cunhado levou de surpresa à minha irmã com o GSFMH, cujas serenatas ainda se estenderam a mim por via do meu maravilhoso Rui e da sua capa, já tão familiar. Há videos.

A saída (agora já só com os meus amores de sempre, o meu homem e mais tarde a minha Filipa e a minha Vanessa) que inicialmente se esperava ser no Lux foi alterada para Santos em virtude das horas tardias que já eram e da fila que se antecipava à porta do Lux. Como Santos será sempre Santos para nós (leia-se para mim e para os meus amores de sempre) lá se fizeram os brindes, tiraram-se as fotos da praxe e passaram-se a madrugada.

No sábado, dia em que era efectivamente pequenina, os pais e avós fizeram grande almoço, as pessoas mais importantes estiveram presentes (só faltou a minha Go linda que já estava a caminho do nosso Alentejo), cantou-se os parabéns, houve troca de prendas de natal, fotos, café do bom, bolo, e visualização do video feito pelo fantástico pai da Filipa (até fiquei de lágrima ao canto do olho) com momentos embaraçosos meus a cantar no karaoke captados por ele e pela Filipa (alguém tem de arranjar mais hobbies =P). De ressalvar que a minha avó num momento mais maternal disse que eu parecia a Anabela a cantar. Obrigada Vóvó por durante aquele momento estares distraida :D

Agradecimentos aos meus amigos, aqueles que realmente interessam, por existirem, à minha familia por me aturar e em especial à minha mamã por ser tão fofinha. Ao meu Rui por ser quem é, perfeito sem o saber, por tudo o que faz e diz, por tudo o que me faz sentir e por querer continuar dia após dia a viver ao meu lado. A todas estas pessoas: Adoro-vos de coração. MUF para a minha maninha ponei também.







domingo, 23 de dezembro de 2007

21 anos

Muito trânsito na baixa Lisboeta no dia 21.
Mesa para 20 pessoas no chinês dos armazéns do Chiado.
Desgraçadamente bem vestida.
Crepes chineses.
Uma serenata surpresa com o amor da minha vida ao violino. Uma cara de choque e de quase choro. O saber que se foi enganada e que toda a gente sabia. O teu sorriso. Noites de Ronda.
Jantar com quem mais importa. E contigo.
Passear pelo Bairro Alto com os amigos, à procura de um lugar quente. Gente estranha no karaoke.
Chegada a casa às 6h da manhã, e conversa até ser dia.
Almoço em casa no dia de anos com os amigos, o amor, a família e o cão. Até anoitecer. Hora e meia de animada conversa com mães.
Jantar num sitio fabuloso, com vista para a Assembleia da República e 20 minutos a procurar lugar para estacionar.
Um fantástico bife com batatinhas fritas. E pão quentinho. O teu olhar a acompanhar o café.
10 minutos ansiosamente à espera, de porta fechada e alguns barulhos estranhos do lado de fora.
Um quarto quente, um caminho iluminado a verde, prendas envoltas por um mar cor de rosa. Um ursinho chamado André. Uma lanterna para iluminar os próximos 365 dias. A Jane Austen, que decidiu vir dizer olá, entre outros. O som da tua viola. A tua voz a tremer de ansiedade. Por não saberes se ia gostar. Por temeres que me afogasse com tanta lágrima. Pijamas com o Aladino no tapete. Noites de Ronda. E eu a chorar mais. O querer dormir e ficar acordada. O teu abraço. O saber que se quer e que se tem, o querer mais por mais tempo. As palavras que não saiam. Ou saiam demais. Os olhares que se completam. Que me completas.
O acordar, o beijo ensonado, o querer ficar ali.
Espuma e mais espuma. E uma vela com cheiro a canela.
Suminho de laranja e uma camioneta para apanhar para casa.

Fiz 21 anos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Desespero

Estão avisados.

Para ti*

What if I told you it was all meant to be?
Would you believe me, would you agree?
Its almost that feeling that we've met before so tell me that you dont think Im crazy when I tell your love is here and now.

A Moment like this.
Some people wait a lifetime for a moment like this.
Some people search forever for that one special kiss.
I cant believe its happening to me.
Some people wait a lifetime for a moment like this.

Everything changes, but beauty remains.
Something so tender I cant explain.
Well I may be dreaming but til I awake..Can we make the dream last forever?
And I'll cherish all the love we share for a moment like this.

Some people wait a lifetime for a moment like this.
Some people search forever for that one special kiss.
I cant believe its happening to me.
Some people wait a lifetime for a moment like this.

The speed of waiting love of all.
I wanna know that you will catch me when I fall.
So let me tell you this.
Some people wait a lifetime for a moment like this...

Some people search a lifetime for a moment like this.
Some people search forever for that one special kiss.
I cant believe its happening to me.
Some people wait a lifetime for a moment like this...

Kelly Clarkson - A moment like this.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Gosto

de café.

Balanço

A Expedição lá passou, deixando um rasto de destruição, nos pés, nas horas de sono, no estudo para os últimos testes, na desarrumação da sala da tuna, na paciência de toda a gente.
Muito cansaço, olheiras marcadas, trajes sujos, capas imundas, vozes roucas, narizes a pingar, temperaturas a subir, pelas piores razões. Mais há mais.
O dever cumprido. A alegria de ter realizado um bom espectáculo. A cara dos que mais amamos a aplaudir, ou sentados na primeira fila para o grande plano fotográfico. A cara de alegria das cavaquinhistas. O sorriso dos ensaiadores.
Dois pequenos pins com enorme significado, ternamente colocados na lapela, um rasgão enorme na minha capa, e a presença do meu pai, marcam aquele que foi o festival que me deu mais gozo.
As melhores tunas do país, uma rosa vermelha acompanhada por uma serenata, presente da TUIST.
Mais três meninas em palco connosco, pela primeira vez, esperamos que seja o início de muitas mais.
E uma tuna em palco plena de alegria, com o cansaço metido nos bolsos para ninguém ver, a gozar cada momento, cada nota, mesmo com cavaquinhos algo desafinados e um grande "prego" no início na Saudade.
Valeu a pena.
Obrigada a todos os que lá estiveram a ver.
Obrigada a todos os que me partilharam com este "dever" nestas semanas e de qualquer maneira saíram prejudicados.
Obrigada a todas as TFIST's que estiveram naquele palco comigo.
Muito obrigada.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Diz que é uma espécie de Expedição... e diz que é a oitava, até!

Organizada pela TFIST.
Verde. Gira. Com póneis e conffettis, e gajas nuas. Ou não. Mas lá gajas há! Aos molhos. De preto.
Consta que são do norte. Porto, Braga e Coimbra. Mulheres com sotaque. E nu.. err.. de traje.
E há comes e bebes e karaoke. Karaoke é muito bom, hein?
Por isso, o que é que fazem no sábado à noite? Vai um saltinho à Expedição?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Datas

Sem saber muito bem o que escrever, pois há coisas que só são bem ditas quando não se diz mesmo nada.

De qualquer das maneiras, e com dois dias de atraso, fica escrito, que foram

6 meses... desgraçadamente perfeitos...

A ti

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Para não desistir...

"...There's a light at each end of this tunnel
You shout 'cause you're just as far in as you'll ever be out
And these mistakes you've made, you'll just make them again
If you only try turning around.

2 AM and I'm still awake, writing a song
If I get it all down on paper, it's no longer inside of me,
Threatening the life it belongs to

And I feel like I'm naked in front of the crowd
Cause these words are my diary, screaming out loud
And I know that you'll use them, however you want to

But you can't jump the track, we're like cars on a cable,
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button now
Sing it if you understand.

and breathe, just breathe
woah breathe, just breathe..."

Anna Nalick - Breathe

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Quando

Quando há momentos em que apetece desistir.
Quando tudo o que já conseguimos parece pequeno. Insignificante.
Quando a nossa cabeça parece dizer STOP, já chega, não te canses mais. A sensação de fracasso, de nos sentirmos estúpidos. De desperdício de tantos anos com um sonho em mente. Quando concluímos que não passa de isso mesmo. Um sonho que, como todos os outros, ficam nesse mundo distante e inacessível, e nunca há-de passar para o papel. Para o real.
Quando as coisas correm pior, e os nossos mecanismos de defesa entram em acção. Quando as lágrimas se formam, e sentimos aquele aperto no peito, e todo o nosso ser parece suplicar por algo, que muitas vezes não sabemos bem o que é. O fim daquilo que dói. Quando queremos sentir de novo que mandamos em nós e não a mágoa, pedimos controlo... na maior parte das vezes apenas aparente, mas que nos parece ser a nossa maior arma.
Quando temos a sorte de não estar sozinhos, quando estes momentos atacam. Quando podermos sentir o apoio, o ombro e a confiança que não temos, à distância de um telefonema ou de um computador, um ombro virtual ou meramente sonoro mas que vale por tudo o que fisicamente existe. Quando nos pedem para não desistir, porque melhores dias virão, melhores resultados virão, e aí as lágrimas partilhadas em confidência serão apenas de alegria e não de derrota.

Quando queremos agradecer, escrevemos algo assim. Agradecer a quem nos deixa chorar. A quem, por meio de bonequinhos com festinhas na cabeça e miminhos, nos faz sorrir quando pela nossa cara corre o Nilo e o Amazonas.

E agradecer a ti meu amor, que me deixas sempre chorar, por mais insignificante que seja a razão, naquele teu abraço, encostada à tua segurança, à tua confiança, à tua experiência que é maior que eu, até que a minha alma esteja em paz de novo. Obrigada, a vocês.

"Quando já nada é intacto
Quando tudo na vida vem em pedaços
E por dentro, me rebenta um mar (...)
Quando de repente num segundo
Qualquer coisa me vira do avesso
E desfaz cada certeza do meu mundo
Quando o sopro de uma jura faz balançar os dias
Quando os sonhos contaminam os medos e os cansaços
Quando ainda me desarma a tua companhia e tudo o que a vida faz
Em mim..." Mafalda Veiga "Quando"

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Prendas

Começa a formar-se na nossa cabeça aquele encadear de ideias, por vezes angustiante, das prendas de Natal. O que comprar. Quanto gastar? Para quem comprar. Será que vai ser útil, será que vai gostar? Estarei eu a cometer o maior erro da minha vida, do tipo comprar o Código Civil anotado a um estudante de Veterinária?
E o pior ainda é onde comprar. Os maiores centros de consumo ficam assim à pinha nestas alturas do ano. FNAC's, Colombo, Vasco da Gama, as típicas lojas da baixa lisboeta, até o belo do Saldanha aqui ao pé do Técnico se torna minúsculo e abafado, tamanha é a massa de gente que acorre às compras.
Como é que se vê que o Natal está a chegar. Quando até à mesa do café a conversa passa inevitávelmente por "Preciso de ir ao centro X comprar a prenda Y para dar à Z! Já tá quase...".

Meus amigos, pois que vou fazer uma revelação. NÃO FAÇO IDEIA O QUE COMPRAR NESTE NATAL! Chocados? Eu sei eu sei, já devia ter pensado, mais importante, já devia ter POUPADO, porque afinal de contas só é Natal uma vez por ano e convém sempre dar qualquer coisinha engraçada para compensar as pessoas que te aturaram durante o ano inteiro, abençoadas!
A saber, há que comprar prendinhas para a mamã e o papá, para a mana, para as avós, para o namorado querido, para o cão, que também merece, meia dúzia de amigos que já é praxe oferecer qualquer coisa, mais uma ou duas tias e a madrinha, e chega!, que a mesada depois não estica tanto.

Ora, calculo que entre pantufas, CD's, livros, cachecóis, carteiras, perfumes e caixas de chocolates, acho que cubro nesta gente toda. E falta a grande prenda que o meu pai vai oferecer à minha mãe, mas essa não digo o que é. Lá para dia 26 eu revelo... Pista: Não vem com o George Clooney incluído... é pena, mas é assim.

Por aí, ideias para este Natal, já há?

Chegou o frio.

by: O meu desktop.

Mantas polares. Lareiras acesas. Um par de meias extra. Botas, de salto alto. Casacos compridos. Abraços quentes de alguém especial. Cachecóis, coloridos. Gorros. Luvas. Constipações. Lenços de papel e comprimidos para a tosse. Chávenas de chá a fumegar nas mãos frias, em sítios bonitos. Chapéus de chuva. O cheiro a terra molhada. Poças de água. Carros limpos pela chuva. Músicas de Natal. Ruas enfeitadas. Árvores de Natal em ponto grande. Prendas. Família. Sorrisos.

Chegou o Inverno.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Sem nada de melhor para fazer

Por me ter rido bastante com as respostas da minha amiga Maria (ver ao lado, O Blog da Maria), aqui fica...

1. Alguém que te fez rir ontem à noite? Tenho quem me faça riri todos os dias... basta olhar-me ao espelho. Sou extremamente engraçada. ...Ah... era pa dizer outra pessoa...?
2. O que estavas a fazer às 08 da manhã? A dormir, o que raio é que havia de estar a fazer??
3. O que estavas a fazer à 30 minutos atrás? A mandar e-mails urgentes.
4. O que te aconteceu em 2006? Em que dia?
5. O que foi a última coisa que disseste? Beijinhos
6. Quantas bebidas bebeste hoje? Sumo ao almoço e chá ao lanche... tinha frio, ok?
7. Qual é a cor do teu pente? Uso uma escova que é azul.
8. Qual foi a última coisa que pagaste? Hum, um bilhete de metro ontem. Sou muito poupadinha.
9. Onde estavas ontem à noite? Em casa... porquê, viste-me?
10. Qual é a cor da porta de entrada da tua casa? Depende da porta. A da entrada é castanha, a da garagem é verde.
11. Onde guardas os teus trocos? A "miséria", como eu lhe chamo, guardo-a num sitio extremamente improvável e completamente à prova de ladrões. Ou seja, a minha carteira.
12. Como está o tempo hoje? Epá, está frio por aqui...
13. Melhor sabor de gelado? " palavras. CA-FÉ.
14. O que te anima na vida? Sorrisos.
15. Queres cortar o teu cabelo? Por acaso, agora que penso nisso...
16. Tens mais de 25 anos? Não??!!??!!
17. Falas muito? Achas mesmo?!!??!!
18. Vês o O.C.? Não... as minhas preferências prendem-se por outro tipo de séries.
19. Conheces alguém chamado Steven? A minha bisavó era Basalisa. Ganhei.
20. Inventas as tuas próprias palavras? Muf muf.
21. És uma pessoa invejosa? Só do dinheiro, da rica vida, do descanso, dos carros bons, das grandes casas, das boas roupas e dos enormes ordenados das pessoas. Fora isso, claro que não... É feio...
22. Diz o nome de um(a) amigo/a cujo nome comece por 'A' - O meu André =)
23. Diz o nome de um(a) amigo/a cujo nome comece por 'K' - Não tenho amigos desses... sou boa pessoa.
24. A primeira pessoa que está na tua lista de chamadas recebidas de hoje? A mãe.
25. O que é que o teu último sms diz? "Quero tanto...." O quê, não têm nada a ver com isso.
26. Mastigas a palhinha das bebidas? Não.
27. Tens cabelo encaracolado? Não.
28. Para onde vais a seguir? Para a cama... porquê, tens planos?
30. O que foi a última coisa que comeste? Pão.
31. Vais-te casar no futuro? Eu gostava.... mas não sei.
32. Qual foi o melhor filme que viste nestas últimas duas semanas? Elizabeth.
33. Existe alguém de quem gostes neste momento? Existe muita gente de quem eu gosto. Existe alguém que eu adoro.
34. Quando é que foi a última vez que lavaste a loiça? A máquina lava, a manicure custa a fazer.
35. Estás deprimido neste momento? Doente e feliz. Deprimida não.
36. Choraste hoje? Eu choro por tudo e por nada.
37. Porque respondeste a este questionário? Porque achei piada, e porque não mesmo mais nada que fazer.
38. Etiqueta 5 pessoas para responder a este questionário. Quem quiser.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Andanças II

Ando a ouvir: Radiohead, nestas semanas de estudo intensivo. Velhinho velhinho...

Ando a cantarolar: A nova música dos Nickelback. Já é a segunda vez que a oiço no carro, naqueles momentos de prazer (ou não...) paradinha na Calçada de Carriche.

Ando a ler: Ora... Processos de Engenharia Química e Biológica a semana passada... Química Orgânica até ontem... Hoje Engenharia Genética... e na cabeceira da cama está, pela segunda vez, o Anjos e Demónios. Há que descontrair, e vale tudo menos o livro de Análise Matemática, caramba!

Ando a ver: A Anatomia de Grey. Tomei-lhe o gosto.

Ando a pensar: Nas prioridades da vida... ou a falta delas.

Ando a sentir: Alguma ansiedade. A necessidade de ir para longe um fim de semana.

Ando a sentir-me: Muito, muito, muito, muito (já disse muito?) apaixonada.

Ando à procura:
De uns sapatos novos.

Ando à espera: Daquele fim de semana...


Ando a perceber:
que efectivamente estudar rende.

Ando a lembrar-me: Das pessoas.

Ando a esquecer-me: Do que é ir sair pó Bairro! E isso não pode ser! Ai as saudades...

Ando a adiar: As compras de alguns livros e algumas prendas importantes, para o fim do mês.

Ando a antecipar: Bons resultados.

Ando a evitar: Gastar muito dinheiro.

Ando a reparar: Que preciso de dar um jeito ao cabelo.

Ando a estranhar: A vontade de estudar.

Ando a sonhar: Contigo, todos os dias.

Ando a fugir: Da Tuna, não tenho tido tempo =(

Ando atrás: Eu ando sempre à frente de tudo!

Ando a correr: E o tempo corre ainda mais.

FEEL FREE TO TRANSFORM THIS INTO A CHAIN POST ;)

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Hoje é dia de anos.


A minha melhor amiga faz anos hoje. É tão croma que decidiu só festejar daqui a 15 dias, quando estiver melhor de testes e trabalhos e estudo e essas coisas.
Por isso daqui a 15 dias, vamos ter bolo e álcool, risos e cenas idiotas, karaoke e música... e se calhar uma prenda especial... aqui da je, claro.

Parabéns Isabelinha da minha alma. 21 anos. Sempre.