Eu - Epah, esse indiano tem uns telefones muito rascas, oiço-te ao longe e muito baixinho.
Ele - Não refiles, se calhar a chamada tem de ir à Índia e voltar.
Adorei
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Frase da tarde em pleno marranço
"Mãe, faz-me pasteis de nata!"
E esta concentração que não volta, heim?
E esta concentração que não volta, heim?
E há histórias tão boas que engordam
Brandi Carlile - The story
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do
I was made for you
You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
Para ti, para os 3 de sempre e para as 2 irmãs do coração.
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do
I was made for you
You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
Para ti, para os 3 de sempre e para as 2 irmãs do coração.
Revelações
Estava eu a meio do meu estudo para a oral de sociedades comerciais (por marcar, stay tuned), quando decidi fazer uma pausa e abrir o blog. Ao ver a quantidade de pessoas que já passaram por aqui, decidi perder mais um bocadinho de tempo e analisar aquelas informações giras, sobre o fluxo de visitantes, por hora do dia etc. Segundo essas informações, a hora do dia que mais visitantes atrai a este blog são as duas da tarde e o dia com mais visitas é a segunda feira. De repente, tenho um pensameno desconcertante: as pessoas que vêm pela primeira vez a este blog, directas de um qualquer motor de busca, viriam à procura de quê? E antes de pensar no Nemo, abri o Google e escrevi o nome do nosso muy nobre blog. E o que é que eu descubro? Que em Março de 2008 estreou na Venezuela uma telenovela intitulada Caramelo e Chocolate. Está explicado.
Perdon, más no hablo español, gracias por su visita.
Mai prechase
Ontem escrevia posts à maluca, hoje brinco com o telemóvel. Uma criança tem de se entreter. Todos os meus nenucos tivessem sido assim. Coisa má linda.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Evidências Técnicas (vulgo, do Técnico)
As horas de estudo são inversamente proporcionais à nota do exame.
Este é mesmo para aparvalhar, podem passar á frente
Nem a minha irmã, em plena época de verborreia, consegue bater a quantidade de posts que eu já escrevi hoje.
Tive uma epifania, vulgo, bora fazer silogismos a esta hora da noite
A Sofia nunca escreve no blog.
O Rui foi para Paris.
A Sofia passou a escrever no blog.
É preciso o Rui ir para Paris para a Sofia escrever no blog?
Não gostei do programa de Filosofia do 11ºano.
O Rui foi para Paris.
A Sofia passou a escrever no blog.
É preciso o Rui ir para Paris para a Sofia escrever no blog?
Não gostei do programa de Filosofia do 11ºano.
Evidências
O resultado de estar distraída, em vez de estar a estudar, é começar a pensar na vida.
Debaixo da tua janela (original) pelo Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana na XIV Noite de Tunas de Oeiras 31/05/08
Eu daria 20 valores a este momento. E ao segundo viola a contar do solista para a direita (o solista leva 19 porque é meu cunhado, logo menos um valor hihi).
Debaixo da tua janela (original) pelo Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana na XIV Noite de Tunas de Oeiras 31/05/08
Eu daria 20 valores a este momento. E ao segundo viola a contar do solista para a direita (o solista leva 19 porque é meu cunhado, logo menos um valor hihi).
Distrações
Fado Português pela Estudantina Universitária de Lisboa no XIII TUIST Aula Magna 13/06/08
Se pudesse dar música aos professores nas orais, era assim que eu gostava de soar.
Aprovada com 18 (estamos a falar da FDL, convém não esquecer).
terça-feira, 8 de julho de 2008
Anoiteceu novamente
So you lost you trust
and you never should have,
no you never should have
but don't break your back,
if you ever see this
but don't answer that
in a bullet-proof vest,
with the windows all closed
i'll been doing my best,
i'll see you soon
in a telescope lens,
and when all you want's friends,
i'll see you soon
so it came for you
it came snapping at your heels
it came snapping at your heels
but don't break your back
if you ever say this
but don't answer that
in a bullet-proof vest,
with the windows all closed
i'll been doing my best,
i'll see you soon
in a telescope lens,
and when all you want's friends,
i'll see you soon
Colplay - I'll see you soon
and you never should have,
no you never should have
but don't break your back,
if you ever see this
but don't answer that
in a bullet-proof vest,
with the windows all closed
i'll been doing my best,
i'll see you soon
in a telescope lens,
and when all you want's friends,
i'll see you soon
so it came for you
it came snapping at your heels
it came snapping at your heels
but don't break your back
if you ever say this
but don't answer that
in a bullet-proof vest,
with the windows all closed
i'll been doing my best,
i'll see you soon
in a telescope lens,
and when all you want's friends,
i'll see you soon
Colplay - I'll see you soon
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Há dias assim...
Há certas alturas na vida, em que o mundo nos atinge de forma mais brusca que o normal e em que nos sentimos mais vulneráveis. Não é preciso que algo de mau aconteça, basta que os nossos sonhos não sigam o rumo que traçamos. Uma oportunidade perdida, um exame cujo resultado não foi o desejado. Quando nos empenhamos a sério, e o esforço não é recompensado, a frustração toma conta da casa. E começamos a pensar. E é nessa altura que sentimos que precisamos mesmo de alguém. Com quem falar, com quem estar, para quem olhar e que olhe por nós. A presença é muito mais poderosa que as palavras, daí não ser necessário na maioria das vezes, ouvir nada, para nos sentirmos melhor. Basta a presença e o olhar. O problema surge quando não há presença, nem olhar. A angústia aumenta, a tristeza invade a mente e é difícil ser forte e concentrar naquilo que é suposto fazer. A armadura que construímos com o tempo, para lidar com as adversidades torna-se de plástico. E mais difícil é, quando os outros contam com aço. É difícil ser inabalável, quando nos sentimos indefesos. Mesmo quando tentamos reunir todos os esforços para assim o ser. Mesmo quando essa é a única forma de não magoar alguém. Mostrar que não se sofre, para outrem não sofrer. Ora aí está um exame difícil de passar. Se há dias em que nos safamos a andar na corda bamba, há outros em que é impossivel passar, é-se excluído com 8. Há dias em que preciso mesmo de ti e hoje foi um deles.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Já que estamos numa de saudosismos
Da ira (parte primeira)
"Oh João, o João é inteligente. Teve aqui algumas respostas intuitivas. Vá lá, criativas! Agora, estudar, João? Estudar é que não é consigo!"
Na minha faculdade há coisas muita giras. De entre as coisas muita giras que há na minha faculdade, há uma coisa mesmo muita gira, talvez a coisa mais gira de todas as coisas muita giras que há na minha faculdade. Essa coisa mesmo muita gira que há na minha faculdade é um professor, muita giro, giro que se farta, giro como o raio, de intocável melena negra de surfista e imaculado nó de gravata assim em jeito de pendant com dois cintilantes olhos verdes. Este professor não é só estupidamente giro como conseguiu desenvolver ao longo dos anos um charme bestial e um jeito peculiar de ter piada, mesmo quando não tem piada nenhuma. O homem faz rir e suspirar a menos azeiteira das raparigas; obriga uma lésbica a repensar seriamente a sua sexualidade.
Mas chega de bajular, não era disto que eu vinha aqui falar. Estamos no início de um novo ano lectivo: época de moderação, época de estudo, época de pudor por tradição - não fosse a vibrante e escandalosa explosão de cores nos cartazes e panfletos das festas de recepção aos caloiros(as), dos super-arraiais da reentrée académica, das mega-festarolas da cerveja (e da laranjada) e das ultra-party-people-in-the-house-celebrate-everybody-tonight. É que, por causa do giríssimo professor David Festas (nome fictício), o mais próximo que aqui o yours trully estará de uma imperial será ao sorver o leite achocolatado quentinho, olhando para fotografias noctívagas e desfocadas, adivinhando consigo mesmo o giro que teria sido lá ter estado. Percebem a ironia? Perder as festas - por causa do Festas?!
Enfim, não garanto que haja uma relação directa entre a humilhação que alegremente sofri na oral daquele dia (cfr. supra) e o episódio em que "não, senhor professor", não sabia a resposta àquela pergunta e estava apenas "a coçar o nariz, senhor professor", mas sempre desconfiei de quem insistia em chamar-me João Bechau porque os meus érres pareciam cês e os meus énes pareciam ús.
Mas agora é que não, senhor professor, estudar não vai ser comigo! Privilegiarei a minha criatividade acima de tudo e pintarei um Guernica jurídico na gravata do senhor professor com os pincéis que tenho cá dentro! Serei intuitivo como o caraças, serei mesmo muita intuitivo, intuitivo como uma mulher em TPM! Mas uma coisa lhe garanto, senhor professor... Estudar não vai ser comigo.
Professor David Festas, este rapaz vai para as festas! JB
In http://pontosnegros.blogspot.com 9Outubro2006
Saudades tuas e do outro menino. Voltem depressa.
Na minha faculdade há coisas muita giras. De entre as coisas muita giras que há na minha faculdade, há uma coisa mesmo muita gira, talvez a coisa mais gira de todas as coisas muita giras que há na minha faculdade. Essa coisa mesmo muita gira que há na minha faculdade é um professor, muita giro, giro que se farta, giro como o raio, de intocável melena negra de surfista e imaculado nó de gravata assim em jeito de pendant com dois cintilantes olhos verdes. Este professor não é só estupidamente giro como conseguiu desenvolver ao longo dos anos um charme bestial e um jeito peculiar de ter piada, mesmo quando não tem piada nenhuma. O homem faz rir e suspirar a menos azeiteira das raparigas; obriga uma lésbica a repensar seriamente a sua sexualidade.
Mas chega de bajular, não era disto que eu vinha aqui falar. Estamos no início de um novo ano lectivo: época de moderação, época de estudo, época de pudor por tradição - não fosse a vibrante e escandalosa explosão de cores nos cartazes e panfletos das festas de recepção aos caloiros(as), dos super-arraiais da reentrée académica, das mega-festarolas da cerveja (e da laranjada) e das ultra-party-people-in-the-house-celebrate-everybody-tonight. É que, por causa do giríssimo professor David Festas (nome fictício), o mais próximo que aqui o yours trully estará de uma imperial será ao sorver o leite achocolatado quentinho, olhando para fotografias noctívagas e desfocadas, adivinhando consigo mesmo o giro que teria sido lá ter estado. Percebem a ironia? Perder as festas - por causa do Festas?!
Enfim, não garanto que haja uma relação directa entre a humilhação que alegremente sofri na oral daquele dia (cfr. supra) e o episódio em que "não, senhor professor", não sabia a resposta àquela pergunta e estava apenas "a coçar o nariz, senhor professor", mas sempre desconfiei de quem insistia em chamar-me João Bechau porque os meus érres pareciam cês e os meus énes pareciam ús.
Mas agora é que não, senhor professor, estudar não vai ser comigo! Privilegiarei a minha criatividade acima de tudo e pintarei um Guernica jurídico na gravata do senhor professor com os pincéis que tenho cá dentro! Serei intuitivo como o caraças, serei mesmo muita intuitivo, intuitivo como uma mulher em TPM! Mas uma coisa lhe garanto, senhor professor... Estudar não vai ser comigo.
Professor David Festas, este rapaz vai para as festas! JB
In http://pontosnegros.blogspot.com 9Outubro2006
Saudades tuas e do outro menino. Voltem depressa.
Devaneios nocturnos
Eu sei que ainda não passaram 24 horas desde que te foste embora, e que foste para Paris não para África (ainda) e que são só duas semanas e não dois meses (ainda), sei disso tudo, mas...
volta.
(eu disse-te que ficava a pensar na vida)
Sofia Paixão, a sofrer por antecipação desde 1986.
volta.
(eu disse-te que ficava a pensar na vida)
Sofia Paixão, a sofrer por antecipação desde 1986.
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