terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Coração quentinho

Fui ao médico à bocado. Marcou-me uns exames. Por muito triste que ande ultimamente, se fosse lá fazer o Ecocardiograma hoje, agora mesmo, o relatório não me ia dizer que estou deprimida, ia dizer "O coração apresenta uma anomalia estranha... Está maior... mais quentinho...".

Ao Rui.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Estado de espírito

Did I disappoint you or let you down?
Should I be feeling guilty or let the judges frown?
'Cause I saw the end before we'd begun,
Yes I saw you were blinded and I knew I had won.
So I took what's mine by eternal right.
Took your soul out into the night.
It may be over but it won't stop there,
I am here for you if you'd only care.

You touched my heart you touched my soul.
You changed my life and all my goals.
And love is blind and that I knew when,
My heart was blinded by you.
I've kissed your lips and held your head.
Shared your dreams and shared your bed.
I know you well, I know your smell.
I've been addicted to you.

Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

I am a dreamer but when I wake,
You can't break my spirit - it's my dreams you take.
And as you move on, remember me,
Remember us and all we used to be

I've seen you cry, I've seen you smile.
I've watched you sleeping for a while.
I'd be the father of your child.
I'd spend a lifetime with you.
I know your fears and you know mine.
We've had our doubts but now we're fine,
And I love you, I swear that's true.
I cannot live without you.

Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

And I still hold your hand in mine.
In mine when I'm asleep.
And I will bear my soul in time,
When I'm kneeling at your feet.

Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

I'm so hollow, baby, I'm so hollow.
I'm so, I'm so, I'm so hollow


James Blunt - Goodbye my lover

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Dia de reflexão - A intenção de voto oficial do Caramelo e Chocolate

Amanhã é dia de referendo sobre a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez até às 10 semanas. É importante votar, qualquer que seja a intenção de voto, sob pena de tornar a consulta popular obsoleta.
Discute-se o código penal, se o aborto deve continuar ou não a ser um crime (fora as excepções já previstas na lei) se feito até às 10 semanas por escolha da mulher e em estabelecimento autorizado de saúde.
Qualquer argumento de que o que está em causa é o direito à vida é falso. Não se discute se se devem fazer abortos, discute-se sim se se podem fazer. Ninguém é a favor do aborto e contra a vida. Pelo menos ninguém que acredite num Estado de Direito. Qualquer comparação entre a despenalização do aborto e ideologias crimonosas contra a vida é absurda e demonstra pouca seriedade intelectual.
Como Mulheres que somos, moldadas por uma educação em que a liberdade e a responsabilidade tinham importância redobrada, ensinadas a pensar por nós próprias, decidir os nossos próprios caminhos e aceitar de cabeça erguida as consequências das nossas escolhas, não aceitamos que haja uma lei que obrigue que uma gravidez indesejada tenha de ir para a frente. As leis estão ao serviço da sociedade e não têm como função (principalmente as leis penais) regular a moral.
Argumento verdadeiramente dificil de ultrapassar é sem dúvida o da existência de vida humana, ou mesmo para os mais cepticos, o da vida humana em potência. A questão de haver ou não vida às 10 semanas não é consensual, há dúvidas. Mas como o que se decide é a aplicação de uma lei penal, "in dubia pro Libertatae" como se ensina na faculdade - na dúvida não se condene.
Votar Não à despenalização da IVG tem como consequência manter a situação em que vivemos. Há aborto, como sempre houve, clandestino e periogoso. Morrem imensas mulheres, são clinicas fantasma, são vãos de escada.
As outras alternativas que o Não refere tão convictamente, como as consultas de planeamento familiar e a ajuda psicológica não se invalidam com a despenalização do aborto antes pelo contrário, e é necessário ter a consciência disso. Ajudar as mulheres até ao fim, oferecer-lhes alternativas fiáveis que as demovam da eventual interrupção da gravidez, não são alternativas. Não são criações de pessoas apologistas da vida, em contraposição aos defensores da morte, como já ouvi dizer. São DEVERES civicos e humanos, comuns a todos nós.
Abortar não é solução, é último recurso.
A falácia do Voto NÃO é em relação ás mulheres que não quiserem ser demovidas, porque NÃO QUEREM simplesmente SER MÃES aqui e AGORA, pelas mais variadas razões, que a nós não nos compete apreciar. Essas vão ser condenadas, julgadas e presas. Que mundo maravilhoso este em que vivemos, em que se enchem as prisões de mulheres que fizeram escolhas erradas à luz dos parâmetros valorativos dos defensores do NÃo, gente esclarecida, governo dos sábios. Mulheres que quiseram escolher, responsabilizar-se pelas suas opções, mas como seguiram o caminho errado, prisão com elas. Esta lei não serve para proteger a mulher de pressões exteriores, como tentam vender alguns caciques. Os mesmos que argumentam não existirem mulheres presas por aborto, porque os juizes são sensiveis à questão. Se a lei existe é para cumprir, caso contrário despenalize-se. Se há sensibilidade para desaplicar, também há para despenalizar. Muitos defendem a penalização como forma de expiação da culpa, tirava-se a prisão da equação, mas aplicava-se uma coima, ou cumpria-se trabalho comunitário. A Mulher continua aqui a ser apresentada como criminosa, como desordeira, à margem da lei.
Achamos piada, os defendores do Não dizerem que a alternativa apresentada é um aborto livre, que uma lei que despenalize o aborto até às 10 semanas levará muitas mais mulheres a recorrer a essa pártica. Ora pois claro. Então se se pode porque é que não se vai aproveitar? Até há a vantagem de não se morrer durante o processo porque há lá medicos e tudo que percebem daquilo. Será "the new place to go". Quem achar que estamos a entrar no inconveniente é porque não leu jornais nem viu televisão nas últimas semanas. Se a estupidez é argumento no discurso, aqui está a nossa.
Sejamos todos honestos.
O Não ao afirmar-se "orgulhosamente só" na luta pela protecção das crianças o que quer verdadeiramente é ver as mulheres na prisão a pagar pelos erros que na cabeça deles são muito graves.
A Verdade é que quem não quer, não aborta. Não há mais simples que isto. A lei não obriga ninguém a abortar, ao contrário da actual, que proibe tal opção. Devemos fazer tudo o que pudemos para ajudar as mulheres que em dificuldades se viram para a opção mais dificil, ao contrário do que o Não quer fazer parecer. Um aborto não é ir ao cabeleireiro, não é arranjar as unhas (comparação que já ouvi a um Assistente da Faculdade de Direito). Um aborto é uma decisão para a vida. A mulher está disposta a morrer por isso. É o SEU filho que ela está a dispôr. Não há ânimos leves aqui, não há leviandade. E só fala assim quem não conhece o drama. Há desespero, ponderação, responsabilidade e aceitação das marcas que tal acto vai deixar. Disse um Padre numa conferência na Faculdade de Direito que era a favor do sim, "não por querer que as mulheres abortem, mas para que elas saibam que têm outra opção para além da clandestinidade", que "a mulher fica em melhores condições de saúde e defender a vida também é isso" e que "em nome dos principios é de condenar, mas em nome da misericórdia e da compreensão não" usando como exemplo o da mulher adúltera que Jesus ajudou. Querem ajudar as mulheres? Poupem-nas do acréscimo de sofrimento pós aborto que é sentarem-se no banco dos réus, com a sua intimidade a praça pública, com o seu juizo questionado, com a sua reflexão desacreditada, com a sua liberdade cortada. Nós votamos SIM, somos contra o aborto pela sua natureza, mas somos apologistas da LIBERDADE. A Mulher DEVE PODER ESCOLHER e nós temos o DEVER de aceitar.
Amanhã, mesmo que chova, mesmo que esteja a dar o Prison Break ou a Anatomia de Grey na televisão, vão votar. Sim ou não ou no limite branco. Pessoalmente achamos que é uma área demasiado sensivel para haver zonas cinzentas, mas antes a indecisão à abstenção.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Tenho..

tenho vergonha de chorar em público
tenho ainda mais de chorar ao pé de quem me julga forte
tenho dificuldade em adormecer
tenho tendência a apanhar operações STOP à vinda para casa
tenho um cão de peluche cor-de-rosa em cima de minha cama desde que fiz um ano de idade
tenho a necessidade de que gostem de mim
tenho falta de mimos
tenho algo cá dentro que não consigo expressar por palavras
tenho a mania que tenho opiniões sobre tudo
tenho preguiça de estudar
tenho um feitio de merda
tenho o defeito de ser pessimista
tenho a mania que as pessoas me aturam e até gostam de mim
tenho a necessidade de me sentir integrada
tenho uma melhor amiga que me entende
tenho um amigo que não entende certas atitudes minhas
tenho outro que está habituado a ver-me chorar
tenho uma nova familia na faculdade
tenho um 7 a análise II
tenho fome porque ainda não almocei
tenho o gosto das saídas à noite
tenho que deixar de beber
tenho que deixar de fazer insinuações demasiado directas quando vou sair à noite
tenho saudades do tempo que já passou
tenho lembranças más passadas e lembranças boas recentes
tenho esperança
tenho uma dor de cabeça do caraças
tenho saudades de uma boa noite de copos
tenho saudades de ti
tenho que pôr em prática o que decidi na passagem de ano
tenho que esquecer
tenho que escrever a fita de final de curso de uma amiga
tenho a cabeça numa confusão brutal
tenho...

e no fim, quando me perguntam, digo sempre que não tenho nada.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Frágil

Há dias em que nos sentimos dormentes.
Como se a mente estivesse num estado de latência extremo, e o corpo também não acompanhasse o ritmo diário da vida. As horas passam, todas iguais, a tv balbucia umas quantas frases incompreensíveis, porque hoje o corpo e a mente estão de folga do mundo. E nesses dias a mente, talvez por estar adomecida, consegue ser mais clara que nos outros dias. Experimentar fazer exames nestes dias, pode ser que dê resultado.. Adiante!

Hoje é um desses dias. Passei o dia na cama, muito em parte por estar de gripe, mas também porque não me apetece mexer. Apetece-me ficar queita, não falar com ninguém, estar só, comigo.
Tenho muitos amigos e amigas, gosto muito da companhia, dos atrofios, das longas conversas, e daquelas que não se têm, mas gosto ainda mais de estar sozinha. Meditar. Reflectir. Pensar na vida, como se costuma dizer. E agora que entrei de férias (sim, as tão merecidas férias, para quem trabalhou que nem um cão durante o semestre...) acho que é boa ideia pôr os pontos nos i's. Só que acho que cheguei à conclusão de que tenho demasiados i's. I's que não gosto de ter, i's que pensava que já não existiam em mim, i's que apareceram de repente e aos quais ainda me estou a habituar. Saudade por exemplo.

Não sou uma pessoa saudosista, a vida ensinou-me a guardar com carinho, mas sem me prender em memórias. No entanto aqui, agora, na minha cama, só com a chuva a cair irritantemente às pinguinhas lá fora, vejo-me imersa em saudades. Mas não sei bem de quê. Os amigos diriam que é falta de mimos. Talvez seja.
Falta de um olhar, só para mim, uma gargalhada, um toque discreto, um piscar de olho, e não ter que partilhar isso com ninguém. Partilha. Não é uma coisa má, eu pessoalmente partilho tudo. Partilho a vida com pessoas que considero especiais. E é bom, sentimos o coração quentinho por cada pessoa a quem damos um bocadinho de nós. Um abraço, um raspanete, um sorriso, uma lágrima (ou muitas), uma tarde no sofá ou uma manhã na praia. Mas de vez em quando, também é bom termos algo só nosso.

Preciso de mimos e não os tenho. Ou não os tenho na quantidade certa. E agora penso, é egoismo ou vulnerabilidade? Poderá uma pessoa sentir-se frágil sem ser egoista? Pedir atenção é sinónimo de egocêntrismo? Quererei eu ser o centro da atenção do mundo? Podemos estar sozinhos no meio da multidão?

Preciso de chorar sem querer parar, daquela festa na cabeça, sem olhares que me julguem. Preciso de um sorriso que goste de mim e me diga que vai tudo correr bem.
És pessoa. Não, és memória, sensação ou pura dor, algo abstracto, mas que de uma maneira ou de outra me faz bem. És amor, és paixão, és desejo, és aquele sentimento que nos faz levantar de manhã. És as borboletas na barriga. Acho eu que és, pois não te conheço agora, és uma coisa estranha, no entanto há em ti uma sensação familiar. Mudaste, e eu mudei também. Para melhor. Sou mais forte agora. Mais mulher. Mais eu. E ainda me estou a habituar a esta minha mudança.
Preciso de ti sim, mas não te posso querer. Porque odeio borboletas. Limita-te a existir.
Sinto-me frágil.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Sou só eu...

... ou há mais alguém que está com ganas de espancar o gajo que apresenta o Zig Zag? Anyone..? Não..?

Vou ver o Pocoyo, que vocês não me ligam nenhuma... e já perdi o Noddy por estar aqui a escrever isto. You bastards!

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Em construção...

.... o post mais esperado deste mês, em que o Caramelo e Chocolate irá apresentar em primeira mão (ok centésima não interessa), uma reflexão sobre os dois lados do tema quente da actualidade: o frio polar que veio para ficar! Pronto ok, então falamos sobre a despenalização do aborto.
Logo a seguir, a fundamentação da minha intenção de voto (aposto que não conseguem adivinhar qual é!).
Brevemente, num computador, perto de si.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Lado a Lado

Mafalda Veiga e João Pedro Pais, lado a lado, ontem nos estúdios da Valentim de Carvalho. Sou uma fã completamente babada! Foi dos concertos mais bonitos que eu já tive o prazer de ver. A mística, a cumplicidade, a empatia que se criou naquele estúdio, entre a Mafalda, o João Pedro e o público foi algo difícil de explicar. O coração ficou assim, cheio, quente. Juntos soam muito bem, humildes, profissionais.
E para abrilhantar ainda mais esta noite, consegui uma dedicatória (sim, eu fui prevenida com o DVD do Coliseu atrás... call me fanatic!). Quando o DVD sair, lá estarei eu na FNAC para comprar. Sim, porque não é todos os dias que aparecemos num DVD, não é?
Foi um bom começo de semana!





sábado, 27 de janeiro de 2007

Por outras palavras...

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma madrugada

Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma gargalhada

E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim


Mafalda Veiga - Por outras palavras

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Só me acontecem destas... (continuação)

Meus amigos, é oficial.

Afinal vou ver a Mafalda Veiga no Domingo!!!! E não só ganhei um bilhete... como ganhei 3! Afinal existe um Deus lá em cima, é desta que eu me torno numa crente.
Se me estás a ouvir, agora para finalizar esta onda de milagres, restava que amanhã o exame fosse fácil, o euromilhões hoje saisse cá para casa, e o Johnny Depp me viesse agora bater à porta, sim? Que tal? Vou fechar os olhos, quando abrir ele aparece, boa?

Já posso abrir? (Isabel de olhos fechados....)

"Kitt Kitt, vem-me buscar!"

Você é um O Justiceiro: Você tem a mania que é muito cool...mas por vezes fica-se pela mania. Pode haver quem o considere foleiro, mas no fundo é porque não compreendem o seu sentido estético. Você gosta de salvar o dia, mas admita lá: é porque adora a atenção, não é?

KITT: How are you going to get in?
Michael Knight: I'm going to pick the locks.
KITT: But, Michael, that's illegal!
Michael Knight: So was the way we parked

Ah pois é, bébé...

Só me acontecem destas...


Não sei se já vos disse, mas sou fã da Mafalda Veiga.

Mais que fã, acho que fui elevada à categoria de fanática mesmo. Pertenço ao clube de fãs, sou aquele tipo de pessoa que aliena ao som da música, olhos fechados e tudo!, mas tenho uma falha enormissima: Nunca vi a Mafalda Veiga ao vivo.
O mais perto que já estive de um concerto foi o DVD ao vivo no Coliseu de Lisboa que o meu cunhado me ofereceu no dia dos meus 18 anos (abençoado...). Portanto, tive um concerto sim, mas na calmaria do meu portátil e no quentinho do meu quarto.

Mas eis que tudo se altera. Recebi um mail do clube de fãs com um passatempo, um concerto que vai ser gravado em DVD da Mafalda Veiga ao lado do João Pedro Pais, no próximo domingo. E, tcham tcham tcham tcham, estavam a dar 50 bilhetes para os sócios! Só tinhamos que responder a umas perguntinhas e voilá, o bilhetes eram nossos.
Ora puxando toda a minha sabadoria sobre Mafalda Veiga, lá respondi... e não é que ganhei mesmo?

Boa Isabel, dizem vocês, parabéns...

Parabéns? PARABÉNS??

Parabéns uma gaita, porque como eu tinha que responder ao mail que anunciava que tinha ganho ate às 22h de ONTEM, e visto que eu ontem a essa hora não estava em casa, nem sequer perto de um computador, não pude responder.
Conclusão: Perdi o meu lugar (acho eu, mandei um mail agora a pedir que mo confirmem) naquele que seria o melhor concerto da minha vida.

EU, que nunca ganho nada na vida, nem sequer no totoloto, ganho um bilhete à borla, tenho o meu nome esparrapachado na página dos vencedores para o mundo ver o quão sortuda sou, e não posso aproveitar por causa de um mail!

Isso e o facto de amanhã ter exame de Orgânica e não saber nada, e de estar com um ataque de alergia daqueles, fazem com que hoje, o mundo me pareça um lugar bem mais triste.
Vou ali cortar os pulsos e já venho...

Quem pode, pode...


A Filipa e eu...
Ah sim claro, e o Rui Costa!
Pronto Rui, não era preciso pedires tanto, eu e a Filipa tiravamos na boa uma fotografia contigo. Somos raparigas simpáticas. Como fizeste o sacrificio de nos perseguir até à Faculdade, até pedimos à Lista @ para te oferecer uma fitinha para não perderes as chaves do Maserati. Quem é amigo, quem é?

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Lugares Bonitos V


Já que estamos numa de aconselhar lugares, lanço aqui o meu lugar preferido em toda a cidade de Lisboa: o Castelo de São Jorge. É tão simples, é só subir e olhar cá para baixo, mas para mim tem muito significado. Não é para levar qualquer pessoa, mas sim "aquela pessoa".
Temos de lá voltar não achas?

domingo, 21 de janeiro de 2007

O adeus ao Professor


Hoje compareci ao funeral do Prof Dr. Ruy de Albuquerque. É tradição da Barítuna acompanhar a missa e o cortejo, nas últimas homenagens aos Doutores da nossa Academia. Não fui aluna do Professor, mas como qualquer estudante de Direito que ambiciona passar a História, li os seus livros e senti o peso da sua Escola. Contam-me que se emocionava a dar as aulas. Foi bonito de ver os restantes Doutores, nos Jerónimos, envergando os trajes académicos e muitos alunos trajados também que tiraram a tarde de domingo para se despedir estendendo a capa para o caixão passar. Muitos ainda compareceram ao cortejo funebre nos Prazeres. Agrada-me ver que a tradição em Lisboa não está para sempre perdida. Pena que só se pense nisso quando morre alguém.
NOTA - Já sem ter nada a ver com este assunto, como segunda feira a FDL ainda está de luto, lá ficou o meu teste de Financeiro adiado para data incerta.